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PerifaConnection é um plataforma de disputa da narrativa sobre as periferias composta por ativistas negros e periféricos do estado do Rio de Janeiro como Raull Santiago, do Papo Reto (Complexo do Alemão); Jefferson Barbosa e Wesley Teixeira, da Voz da Baixada (Duque de Caxias); Salvino Oliveira, da CDD Acontece (Cidade de Deus) e Nina da Hora, da Computação da Hora (Duque de Caxias). A plataforma mantém uma coluna na Folha de São Paulo que traz artigos de jovens negros periféricos sobre diversos temas em torno de suas vivências.

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Equidade racial

PERIFACONNECTION

PerifaConnection: Outras narrativas sobre juventude negra e periférica

2020 6 meses R$ 69.000,00

Apoio para desenvolvimento e realização de programa audiovisual para plataformas digitais que busca oferecer outra narrativa sobre a situação da juventude negra e periférica do Brasil, com foco no âmbito urbano e na questão racial, incluindo perspectivas indígenas, quilombolas e regionais. A realização do projeto inclui imersão com mentores, planejamento e produção de episódios com duração de 10 a 15 minutos.

PerifaConnection é um plataforma de disputa da narrativa sobre as periferias composta por ativistas negros e periféricos do estado do Rio de Janeiro como Raull Santiago, do Papo Reto (Complexo do Alemão); Jefferson Barbosa e Wesley Teixeira, da Voz da Baixada (Duque de Caxias); Salvino Oliveira, da CDD Acontece (Cidade de Deus) e Nina da Hora, da Computação da Hora (Duque de Caxias). A plataforma mantém uma coluna na Folha de São Paulo que traz artigos de jovens negros periféricos sobre diversos temas em torno de suas vivências.

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Apoio para o projeto Amefricanidades, espaço transversal de criação e reflexão de olhares possíveis sobre a sociedade brasileira, a partir das experiências negras e ameríndias. Referenciando o termo cunhado pela intelectual negra brasileira Lélia Gonzáles, Amefricanidades recorre a estas experiências no continente americano para compartilhar visões poéticas-políticas das diversas formas de presença não colonial. O intuito do projeto, coordenado por Eugênio Lima, é criar novas possibilidades de abordagem das representações sociais negras e ameríndias, no âmbito das linguagens artísticas e da história. Para isso, utiliza como processos pesquisa, imersão, rodas de conversa e uma residência artística, com a intenção de escavar as narrativas que foram soterradas pelo legado colonial, criando um vínculo entre o tempo dos ancestrais e nosso tempo.

Criado em dezembro de 2005, o Núcleo Corpo Rastreado é formado por produtores, artistas e técnicos que planejam, implementam e oferecem suporte para projetos culturais dentro e fora do Brasil. Buscando uma conexão entre produção e processo criativo, atende e orienta artistas com o objetivo de experimentar, gerir e difundir pensamentos atrelados à cultura, que deem autonomia para público e artista, no que se refere à relação com a arte contemporânea.

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Equidade racial

NÚCLEO CORPO RASTREADO

Amefricanidades

2020 6 meses R$ 172.156,00

Apoio para o projeto Amefricanidades, espaço transversal de criação e reflexão de olhares possíveis sobre a sociedade brasileira, a partir das experiências negras e ameríndias. Referenciando o termo cunhado pela intelectual negra brasileira Lélia Gonzáles, Amefricanidades recorre a estas experiências no continente americano para compartilhar visões poéticas-políticas das diversas formas de presença não colonial. O intuito do projeto, coordenado por Eugênio Lima, é criar novas possibilidades de abordagem das representações sociais negras e ameríndias, no âmbito das linguagens artísticas e da história. Para isso, utiliza como processos pesquisa, imersão, rodas de conversa e uma residência artística, com a intenção de escavar as narrativas que foram soterradas pelo legado colonial, criando um vínculo entre o tempo dos ancestrais e nosso tempo.

Criado em dezembro de 2005, o Núcleo Corpo Rastreado é formado por produtores, artistas e técnicos que planejam, implementam e oferecem suporte para projetos culturais dentro e fora do Brasil. Buscando uma conexão entre produção e processo criativo, atende e orienta artistas com o objetivo de experimentar, gerir e difundir pensamentos atrelados à cultura, que deem autonomia para público e artista, no que se refere à relação com a arte contemporânea.

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Apoio voltado a projeto de acolhimento às lideranças de comunidades tradicionais com foco em orientação, formação e qualificação sobre o processo de legalização dos terreiros (casas religiosas de matriz africana). Diante de conjuntura complexa que apresenta ameaças aos direitos dessas comunidades, o projeto tem como objetivo promover compreensão a respeito desta realidade e da necessidade de organização dos templos de religiões de matriz africana, por meio de caravanas de cidadania. O projeto inclui (i) criação e distribuição de cartilha sobre direitos, com orientações jurídicas e a legislação vigente sobre o tema no país; (ii) encontros com lideranças de comunidades tradicionais em seus terreiros e na sede do CENARAB; (iii) e oficinas nas áreas de interesse destas comunidades.

O CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira tem como missão atuar na defesa dos direitos e na organização dos povos das tradições de matriz africana, em prol de sua sustentabilidade econômica e social por meio de sua organização. Atua em todo território do Brasil, com sede nacional em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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Equidade racial

CENARAB – CENTRO NACIONAL DE AFRICANIDADE E RESISTÊNCIA AFRO BRASILEIRO

Terreiro legal, terreiro protegido

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Apoio voltado a projeto de acolhimento às lideranças de comunidades tradicionais com foco em orientação, formação e qualificação sobre o processo de legalização dos terreiros (casas religiosas de matriz africana). Diante de conjuntura complexa que apresenta ameaças aos direitos dessas comunidades, o projeto tem como objetivo promover compreensão a respeito desta realidade e da necessidade de organização dos templos de religiões de matriz africana, por meio de caravanas de cidadania. O projeto inclui (i) criação e distribuição de cartilha sobre direitos, com orientações jurídicas e a legislação vigente sobre o tema no país; (ii) encontros com lideranças de comunidades tradicionais em seus terreiros e na sede do CENARAB; (iii) e oficinas nas áreas de interesse destas comunidades.

O CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira tem como missão atuar na defesa dos direitos e na organização dos povos das tradições de matriz africana, em prol de sua sustentabilidade econômica e social por meio de sua organização. Atua em todo território do Brasil, com sede nacional em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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Odara – Instituto da Mulher Negra é uma organização negra e feminista, sediada em Salvador (BA), centrada no legado africano e voltada para o fortalecimento e autonomia das mulheres negras. Tem como missão combater o racismo, o sexismo, a lesbitransfobia e formas correlatas de opressão, para a defesa da liberdade, autonomia e o bem viver das mulheres negras.

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Equidade racial

ODARA – INSTITUTO DA MULHER NEGRA

Mulheres negras na resistência: Escola de ativismo de mulheres negras Beatriz Nascimento

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Apoio voltado à criação e implementação da Escola de ativismo de mulheres negras Beatriz Nascimento, que promove espaços de troca, formação e articulação de ações em rede para fortalecer as capacidades de enfrentamento de mulheres negras e afro-ameríndias ao contexto atual de racismo, sexismo e lesbitransfobia no país. O projeto inclui conteúdos e abordagens de formação sobre incidência política, formulação teórica, comunicação, autocuidado e segurança, artes, cinema, entre outros. Tem como público direto mulheres jovens negras e afro-ameríndias das regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Odara – Instituto da Mulher Negra é uma organização negra e feminista, sediada em Salvador (BA), centrada no legado africano e voltada para o fortalecimento e autonomia das mulheres negras. Tem como missão combater o racismo, o sexismo, a lesbitransfobia e formas correlatas de opressão, para a defesa da liberdade, autonomia e o bem viver das mulheres negras.

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Apoio ao 11º Congresso GIFE, realizado de 20 a 22 de maio de 2020. Principal encontro sobre investimento social do Brasil, o congresso reúne lideranças do setor, dirigentes de organizações da sociedade civil, acadêmicos, consultores e representantes de governos. É um espaço diverso que tem como objetivo apontar tendências, proporcionar aprendizado, relacionamento e trabalho colaborativo entre os atores envolvidos no campo da filantropia no Brasil. No ano em que o GIFE completa 25 anos, o congresso abordará as fronteiras da ação coletiva.

O GIFE é a associação dos investidores sociais do Brasil, sejam eles institutos, fundações ou empresas. Tem como papel central gerar conhecimento a partir de articulações em rede para aperfeiçoar o ambiente político institucional do investimento social e ampliar a qualidade, legitimidade e relevância da atuação dos investidores sociais privados.

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Outros

GIFE - GRUPO DE INSTITUTOS FUNDAÇÕES E EMPRESAS

Congresso GIFE

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Apoio ao 11º Congresso GIFE, realizado de 20 a 22 de maio de 2020. Principal encontro sobre investimento social do Brasil, o congresso reúne lideranças do setor, dirigentes de organizações da sociedade civil, acadêmicos, consultores e representantes de governos. É um espaço diverso que tem como objetivo apontar tendências, proporcionar aprendizado, relacionamento e trabalho colaborativo entre os atores envolvidos no campo da filantropia no Brasil. No ano em que o GIFE completa 25 anos, o congresso abordará as fronteiras da ação coletiva.

O GIFE é a associação dos investidores sociais do Brasil, sejam eles institutos, fundações ou empresas. Tem como papel central gerar conhecimento a partir de articulações em rede para aperfeiçoar o ambiente político institucional do investimento social e ampliar a qualidade, legitimidade e relevância da atuação dos investidores sociais privados.

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Apoio institucional com foco no aprimoramento do LUME, método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas que inclui o desenvolvimento de ferramentas de comunicação que aproximem produtores agroecológicos e a demanda social por alimentos saudáveis. O apoio também está voltado ao aprimoramento das estratégias de comunicação da organização e atualização de seus mecanismos de gestão.

A AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa é uma associação de direito civil sem fins lucrativos que, desde 1983, atua para o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

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A AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa é uma associação de direito civil sem fins lucrativos que, desde 1983, atua para o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

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Sistemas alimentares

AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa

Alimentos saudáveis em mercados locais

2018 12 meses R$ 300.000,00

Apoio institucional com foco no aprimoramento do LUME, método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas que inclui o desenvolvimento de ferramentas de comunicação que aproximem produtores agroecológicos e a demanda social por alimentos saudáveis. O apoio também está voltado ao aprimoramento das estratégias de comunicação da organização e atualização de seus mecanismos de gestão.

A AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa é uma associação de direito civil sem fins lucrativos que, desde 1983, atua para o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

Alimentos saudáveis em mercados locais

2019 12 meses R$ 350.000,00

Apoio para continuidade ao projeto executado em 2019 segundo os seus três eixos estruturantes: desenvolvimento do método LUME de análise econômico-ecológica de agroecossistemas; aperfeiçoamento das estratégias comunicacionais da AS-PTA; e aprimoramento dos dispositivos e ferramentas de gestão institucional, com foco na otimização do uso dos recursos institucionais e na efetividade dos programas executivos.

A AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa é uma associação de direito civil sem fins lucrativos que, desde 1983, atua para o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

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Apoio institucional para as atividades estruturais da organização, que incluem a manutenção do Portal Geledés e o programa de formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). O projeto inclui também apoio às atividades de comemoração dos 30 anos do Geledés, envolvendo ações de resgate da trajetória da instituição e eventos de celebração do legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e dos negros nas últimas três décadas.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

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O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

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O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do machismo e do racismo.

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Equidade racial

Geledés – Instituto da Mulher Negra

Consolidação dos programas institucionais e comemoração dos 30 anos

2017 12 meses R$ 300.000,00

Apoio institucional para as atividades estruturais da organização, que incluem a manutenção do Portal Geledés e o programa de formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). O projeto inclui também apoio às atividades de comemoração dos 30 anos do Geledés, envolvendo ações de resgate da trajetória da instituição e eventos de celebração do legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e dos negros nas últimas três décadas.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

Fortalecimento dos direitos de mulheres e negros

2018 12 meses R$ 450.000,00

Apoio institucional para a manutenção e produção de conteúdo do Portal Geledés e a formação de Promotoras Legais Populares (PLPs), que atuam no enfrentamento à violência de gênero e orientam mulheres no acesso aos direitos sociais. O Geledés também trabalha com a estruturação e disponibilização de seu acervo institucional, que deve ser organizado para virar um centro de referência sobre equidade racial e de gênero. A doação dá suporte, ainda, à iniciativa “Quilombo no Congresso”, voltada a monitorar, publicizar e influenciar práticas legislativas e políticas públicas de âmbito federal para a equidade racial.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

Direitos de mulheres e negros: memória, formação e difusão

2019 24 meses R$ 800.000,00

Apoio para diversas ações conduzidas pelo Geledés, com foco no enfrentamento à violência racial e de gênero no contexto atual no Brasil e no mundo, de ascensão de governos reacionários. As ações incluem incidência política nacional e internacional, formação política de jovens mulheres negras e futuras lideranças, fortalecimento da política de cotas raciais em órgãos públicos, em particular na Defensoria Pública do Estado de São Paulo, difusão das violações de direitos humanos em mídias sociais e no Portal Geledés e implementação do Centro de Memória Geledés.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do machismo e do racismo.

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Apoio voltado a fortalecer a comunicação como contribuição dos movimentos de mulheres negras nos processos emancipatórios brasileiros. O projeto inclui ações para fortalecer as competências internas do Blogueiras Negras, com foco em desenvolvimento institucional, reestruturação de métodos, ferramentas e consolidação de infraestrutura material e institucional. Com este apoio, o Blogueiras Negras busca sua autonomia para a continuidade da iniciativa, posicionando-se como uma ferramenta de mídia negra que colabora para a preservação do legado político das mulheres negras brasileiras.

O Blogueiras Negras é construído por uma comunidade de mulheres comprometidas com gênero e raça. O grupo organizou-se e criou um site (blogueirasnegras.org), que reúne e estimula a produção de conteúdo para veículos de comunicação independentes produzidos por e para mulheres negras.

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Equidade racial

BLOGUEIRAS NEGRAS

Autonomia e memória: Fortalecendo o legado de comunicação de mulheres negras

2019 12 meses R$ 150.000,00

Apoio voltado a fortalecer a comunicação como contribuição dos movimentos de mulheres negras nos processos emancipatórios brasileiros. O projeto inclui ações para fortalecer as competências internas do Blogueiras Negras, com foco em desenvolvimento institucional, reestruturação de métodos, ferramentas e consolidação de infraestrutura material e institucional. Com este apoio, o Blogueiras Negras busca sua autonomia para a continuidade da iniciativa, posicionando-se como uma ferramenta de mídia negra que colabora para a preservação do legado político das mulheres negras brasileiras.

O Blogueiras Negras é construído por uma comunidade de mulheres comprometidas com gênero e raça. O grupo organizou-se e criou um site (blogueirasnegras.org), que reúne e estimula a produção de conteúdo para veículos de comunicação independentes produzidos por e para mulheres negras.

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Apoio para a estruturação institucional do Instituto Marielle Franco, fundado em 2019 com o objetivo de se estabelecer como organização referência no campo dos direitos humanos e das mulheres negras. Por meio da estruturação de suas áreas de atuação, o instituto pretende produzir ações na rua e em redes que dialoguem diretamente com a expansão do legado político de Marielle Franco.

O Instituto Marielle Franco é uma organização criada pela família de Marielle com o objetivo de buscar justiça sobre o caso, defender a memória da vereadora, multiplicar o legado deixado por ela e regar as sementes que surgiram após o covarde assassinato que tirou a sua vida e a do motorista Anderson Gomes no dia 14 de Março de 2018.

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Equidade racial

INSTITUTO MARIELLE FRANCO

Plantando sementes: Estruturando a resistência de mulheres negras no Brasil

2019 12 meses R$ 162.000,00

Apoio para a estruturação institucional do Instituto Marielle Franco, fundado em 2019 com o objetivo de se estabelecer como organização referência no campo dos direitos humanos e das mulheres negras. Por meio da estruturação de suas áreas de atuação, o instituto pretende produzir ações na rua e em redes que dialoguem diretamente com a expansão do legado político de Marielle Franco.

O Instituto Marielle Franco é uma organização criada pela família de Marielle com o objetivo de buscar justiça sobre o caso, defender a memória da vereadora, multiplicar o legado deixado por ela e regar as sementes que surgiram após o covarde assassinato que tirou a sua vida e a do motorista Anderson Gomes no dia 14 de Março de 2018.

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Apoio para atividades de pesquisa, formação e extensão do GEMAA. Com este apoio, o grupo de estudos busca ampliar seu impacto ao consolidar novas frentes de pesquisas — como o acompanhamento da produção legislativa sobre equidade racial, levantamento das políticas de ação afirmativa nas universidades públicas brasileiras e nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e investigação sobre as desigualdades raciais no ensino superior — bem como dinamizar a comunicação pública dos resultados produzidos.

O GEMAA – Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa é um núcleo de pesquisa com sede no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Criado em 2008, desenvolve investigações sobre a representação de raça e gênero na política e em diversas instituições e mídias.

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Equidade racial

GEMAA – GRUPO DE ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES DA AÇÃO AFIRMATIVA

Ação afirmativa e desigualdades de raça e gênero

2019 12 meses R$ 201.687,00

Apoio para atividades de pesquisa, formação e extensão do GEMAA. Com este apoio, o grupo de estudos busca ampliar seu impacto ao consolidar novas frentes de pesquisas — como o acompanhamento da produção legislativa sobre equidade racial, levantamento das políticas de ação afirmativa nas universidades públicas brasileiras e nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e investigação sobre as desigualdades raciais no ensino superior — bem como dinamizar a comunicação pública dos resultados produzidos.

O GEMAA – Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa é um núcleo de pesquisa com sede no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Criado em 2008, desenvolve investigações sobre a representação de raça e gênero na política e em diversas instituições e mídias.

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Apoio para a temporada inaugural do LAUTCast, podcast que aborda a discriminação em contextos autoritários. O intuito é apresentar e trazer discussões sobre políticas públicas concebidas para enfrentar discriminações, bem como colocar em debate as perspectivas para a erradicação dos preconceitos arraigados em nossa sociedade. Os episódios partem de situações da realidade brasileira para abordar de forma transversal os diversos fatores de raça, gênero, classe social, entre outros, que se acumulam em situações discriminatórias causadas por diferentes manifestações do autoritarismo.

Criado em 2019, o Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT) observa e monitora as manifestações do autoritarismo no Brasil por meio da produção e disseminação de conhecimento sobre a qualidade do estado de direito e da democracia. Seus eventos, pesquisas e publicações em meios nacionais e internacionais buscam fundamentar a mobilização da sociedade civil e a defesa das liberdades.

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Equidade racial

LAUT – CENTRO DE ANÁLISE DA LIBERDADE E DO AUTORITARISMO

Autoritarismo e discriminação no Brasil

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Apoio para a temporada inaugural do LAUTCast, podcast que aborda a discriminação em contextos autoritários. O intuito é apresentar e trazer discussões sobre políticas públicas concebidas para enfrentar discriminações, bem como colocar em debate as perspectivas para a erradicação dos preconceitos arraigados em nossa sociedade. Os episódios partem de situações da realidade brasileira para abordar de forma transversal os diversos fatores de raça, gênero, classe social, entre outros, que se acumulam em situações discriminatórias causadas por diferentes manifestações do autoritarismo.

Criado em 2019, o Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT) observa e monitora as manifestações do autoritarismo no Brasil por meio da produção e disseminação de conhecimento sobre a qualidade do estado de direito e da democracia. Seus eventos, pesquisas e publicações em meios nacionais e internacionais buscam fundamentar a mobilização da sociedade civil e a defesa das liberdades.

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Apoio para fortalecimento de cursos pré-vestibulares comunitários atuantes nas periferias da região metropolitana do Rio de Janeiro. Conduzida pela Casa Fluminense, a iniciativa oferece apoio financeiro direto para os cursos, além de compartilhamento de melhores práticas de gestão e engajamento de voluntários, com foco em melhorar as condições de permanência e aprovação dos alunos. Também prevê registro fotográfico do projeto para montagem de uma exposição, bem como a publicação de uma cartilha com seus principais resultados e aprendizados.

Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio de Janeiro mais integrado, a Casa Fluminense funciona como pólo de uma rede de pessoas e organizações dedicado a fomentar ações compartilhadas voltadas à promoção de igualdade, ao aprofundamento democrático e ao desenvolvimento sustentável na região metropolitana do estado.

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Equidade racial

CASA FLUMINENSE

Juventude popular na universidade

2019 12 meses R$ 120.000,00

Apoio para fortalecimento de cursos pré-vestibulares comunitários atuantes nas periferias da região metropolitana do Rio de Janeiro. Conduzida pela Casa Fluminense, a iniciativa oferece apoio financeiro direto para os cursos, além de compartilhamento de melhores práticas de gestão e engajamento de voluntários, com foco em melhorar as condições de permanência e aprovação dos alunos. Também prevê registro fotográfico do projeto para montagem de uma exposição, bem como a publicação de uma cartilha com seus principais resultados e aprendizados.

Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio de Janeiro mais integrado, a Casa Fluminense funciona como pólo de uma rede de pessoas e organizações dedicado a fomentar ações compartilhadas voltadas à promoção de igualdade, ao aprofundamento democrático e ao desenvolvimento sustentável na região metropolitana do estado.

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Realização de levantamento jornalístico sobre desigualdade alimentar no Brasil a partir de dois eixos: renda e ambiente alimentar. Em ambos os casos, o objetivo é indicar os impactos dos produtos ultraprocessados na saúde e as dificuldades para que os alimentos frescos e livres de produtos químicos cheguem à mesa dos brasileiros. Os textos e vídeos produzidos pela plataforma têm linguagem voltada ao público jovem.

O Joio e o Trigo é um site de jornalismo investigativo sobre as implicações políticas, sociais, econômicas e ambientais da alimentação industrializada.

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O Joio e o Trigo é um site de jornalismo investigativo sobre as implicações políticas, sociais, econômicas e ambientais da alimentação industrializada.

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Sistemas alimentares

O Joio e o Trigo

Desigualdade alimentar

2019 12 meses R$ 185.200,00

Realização de levantamento jornalístico sobre desigualdade alimentar no Brasil a partir de dois eixos: renda e ambiente alimentar. Em ambos os casos, o objetivo é indicar os impactos dos produtos ultraprocessados na saúde e as dificuldades para que os alimentos frescos e livres de produtos químicos cheguem à mesa dos brasileiros. Os textos e vídeos produzidos pela plataforma têm linguagem voltada ao público jovem.

O Joio e o Trigo é um site de jornalismo investigativo sobre as implicações políticas, sociais, econômicas e ambientais da alimentação industrializada.

Bocado – Investigações comestíveis

2019 12 meses R$ 180.000,00

Apoio para a criação de rede latino-americana de jornalismo investigativo sobre sistemas alimentares com o objetivo de evidenciar estratégias compartilhadas de corporações ou governos que atuem na contramão da alimentação adequada e saudável. A iniciativa, que envolve profissionais de países como Argentina, Chile, Colômbia e México, busca fomentar a cultura de acompanhamento jornalístico de questões alimentares de um ponto de vista cultural, econômico, político e social, bem como contribuir para a formação de jornalistas que tenham na alimentação um eixo central de apuração.

O Joio e o Trigo é um site de jornalismo investigativo sobre as implicações políticas, sociais, econômicas e ambientais da alimentação industrializada.

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O IAJ – Instituto de Acesso à Justiça foi fundado em 2002 com o objetivo de se dedicar à efetivação dos direitos humanos da população social e economicamente vulnerável, em articulação com outros setores e áreas profissionais.

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IAJ – INSTITUTO DE ACESSO À JUSTIÇA

Mary de Aguiar Silva: Por mais cores na justiça

2019 12 meses R$ 185.000,00

Apoio voltado a projeto que tem como objetivo facilitar o ingresso de candidatos não-brancos nos concursos do sistema de justiça. O projeto inclui concessão de bolsas de estudo em cursos preparatórios para as carreiras jurídicas no Rio Grande do Sul, atividades culturais e de formação, bem como fomento ao debate sobre ações afirmativas e igualdade racial na sociedade brasileira. 

O IAJ – Instituto de Acesso à Justiça foi fundado em 2002 com o objetivo de se dedicar à efetivação dos direitos humanos da população social e economicamente vulnerável, em articulação com outros setores e áreas profissionais.

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Apoio ao fortalecimento do Irohín como centro de documentação, comunicação e memória afro-brasileira. Além da organização e disponibilização do acervo o projeto inclui um conjunto de atividades comunitárias tais como oficinas temáticas, oficinas de leitura e produção de textos, círculos de memória, edição da revista anual, ampliação de relações com as redes pública e comunitária de bibliotecas no estado da Bahia, realização de exposições nas redes de ensino, entre outras. 

O Ìrohìn surgiu como resultado de preocupações e discussões que se estabeleceram no pós-Marcha Zumbi dos Palmares em 1995 e teve como início de suas atividades a edição do jornal de mesmo nome, que circulou entre 1996 e 2009. Sua missão é contribuir para a valorização da memória afro-brasileira, disponibilizando acervo bibliográfico e arquivístico sobre a história e cultura dos descendentes de africanos no Brasil.

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Equidade racial

ÌROHÌN – CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MEMÓRIA AFRO-BRASILEIRA

Leitura, identidade e memória

2019 12 meses R$ 150.000,00

Apoio ao fortalecimento do Irohín como centro de documentação, comunicação e memória afro-brasileira. Além da organização e disponibilização do acervo o projeto inclui um conjunto de atividades comunitárias tais como oficinas temáticas, oficinas de leitura e produção de textos, círculos de memória, edição da revista anual, ampliação de relações com as redes pública e comunitária de bibliotecas no estado da Bahia, realização de exposições nas redes de ensino, entre outras. 

O Ìrohìn surgiu como resultado de preocupações e discussões que se estabeleceram no pós-Marcha Zumbi dos Palmares em 1995 e teve como início de suas atividades a edição do jornal de mesmo nome, que circulou entre 1996 e 2009. Sua missão é contribuir para a valorização da memória afro-brasileira, disponibilizando acervo bibliográfico e arquivístico sobre a história e cultura dos descendentes de africanos no Brasil.

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Apoio à nova edição do CaipiraTech Lab chamada pública para mapeamento, formação e fomento à comunicação entre consumidores, prestadores de serviço, produtores de alimentos e pequenas manufaturas orgânicas. O objetivo da iniciativa é possibilitar o intercâmbio de saberes e sinergias entre esses atores do campo da agroecologia para a criação de uma rede consciente, diversa, influente, em prol da cultura da produção e do consumo de alimentos saudáveis, justos e sustentáveis.

A Silo – Arte e Latitude Rural tem como missão criar e difundir arte, ciência e tecnologia em áreas rurais e unidades de preservação ambiental por meio de experiências transdisciplinares imersivas e práticas ligadas a processos regenerativos de sustentabilidade e transformação sociocultural.

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Sistemas alimentares

SILO - ARTE E LATITUDE RURAL

CaipiraTech Lab

2019 8 meses R$ 70.000,00

Apoio à nova edição do CaipiraTech Lab chamada pública para mapeamento, formação e fomento à comunicação entre consumidores, prestadores de serviço, produtores de alimentos e pequenas manufaturas orgânicas. O objetivo da iniciativa é possibilitar o intercâmbio de saberes e sinergias entre esses atores do campo da agroecologia para a criação de uma rede consciente, diversa, influente, em prol da cultura da produção e do consumo de alimentos saudáveis, justos e sustentáveis.

A Silo – Arte e Latitude Rural tem como missão criar e difundir arte, ciência e tecnologia em áreas rurais e unidades de preservação ambiental por meio de experiências transdisciplinares imersivas e práticas ligadas a processos regenerativos de sustentabilidade e transformação sociocultural.

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A Associação Brasileira de Agroecologia reúne profissionais e estudantes das mais diversas áreas do conhecimento para realizar e apoiar ações dedicadas à construção do conhecimento agroecológico.

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Sistemas alimentares

ABA – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA

Congresso Brasileiro de Agroecologia - 2019

2019 3 meses R$ 60.000,00

Apoio à realização do XI Congresso Brasileiro de Agroecologia, que tem por objetivo aprofundar o debate epistemológico para fortalecer as conexões entre as ciências, as práticas e o movimento agroecológico. O encontro centraliza a agroecologia como potencializadora e integradora do processo de construção do conhecimento com os diferentes modos de vida, os agroecossistemas locais e seus territórios, a diversidade ecológica e econômica, as tradições e manifestações culturais e artísticas. 

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Apoio para iniciativa de pesquisa-ação a partir de três eixos: (i) produção de documentos técnicos que subsidiem tomadas de decisão na conjuntura político-regulatória brasileira em torno dos agrotóxicos; (ii) realização de pesquisas sobre os impactos socioeconômicos do uso de agrotóxicos no Brasil relacionados à estimativa da desoneração fiscal e à revisão de dados de externalidades negativas associadas à saúde e (iii)  análise de conjuntura, necessidades e perspectivas de atuação estratégica no tema dos sistemas agroalimentares, com destaque para agrotóxicos e agroecologia, para os próximos cinco anos (agenda 2020 – 2024).

A Abrasco atua como mecanismo de apoio e articulação entre os centros de treinamento, ensino e pesquisa em Saúde coletiva para fortalecimento mútuo das entidades associadas, ampliação do diálogo com a comunidade técnico-científica e desta com os serviços de saúde, as organizações governamentais, não governamentais e a sociedade civil.

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A Abrasco atua como mecanismo de apoio e articulação entre os centros de treinamento, ensino e pesquisa em Saúde coletiva para fortalecimento mútuo das entidades associadas, ampliação do diálogo com a comunidade técnico-científica e desta com os serviços de saúde, as organizações governamentais, não governamentais e a sociedade civil.

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Sistemas alimentares

ABRASCO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SAÚDE COLETIVA

Agenda estratégica de pesquisa-ação em saúde e agrotóxicos

2019 12 meses R$ 148.000,00

Apoio para iniciativa de pesquisa-ação a partir de três eixos: (i) produção de documentos técnicos que subsidiem tomadas de decisão na conjuntura político-regulatória brasileira em torno dos agrotóxicos; (ii) realização de pesquisas sobre os impactos socioeconômicos do uso de agrotóxicos no Brasil relacionados à estimativa da desoneração fiscal e à revisão de dados de externalidades negativas associadas à saúde e (iii)  análise de conjuntura, necessidades e perspectivas de atuação estratégica no tema dos sistemas agroalimentares, com destaque para agrotóxicos e agroecologia, para os próximos cinco anos (agenda 2020 – 2024).

A Abrasco atua como mecanismo de apoio e articulação entre os centros de treinamento, ensino e pesquisa em Saúde coletiva para fortalecimento mútuo das entidades associadas, ampliação do diálogo com a comunidade técnico-científica e desta com os serviços de saúde, as organizações governamentais, não governamentais e a sociedade civil.

ABRASCO 40 anos: Fortalecimento da atuação institucional

2019 12 meses R$ 148.000,00

Apoio para reestruturação de processos e ações de fortalecimento institucional e sustentabilidade da Abrasco como principal organização política e científica no campo da Saúde coletiva no Brasil. O projeto inclui campanhas de apresentação, revisão das ferramentas de comunicação, reestruturação de processos internos de gestão de dados, aprimoramento da segurança da informação e mapeamento de recursos internos com desenvolvimento e otimização de pessoas e funções.

A Abrasco atua como mecanismo de apoio e articulação entre os centros de treinamento, ensino e pesquisa em Saúde coletiva para fortalecimento mútuo das entidades associadas, ampliação do diálogo com a comunidade técnico-científica e desta com os serviços de saúde, as organizações governamentais, não governamentais e a sociedade civil.

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Apoio à realização de pesquisas (incluindo teste de laboratório), ações de comunicação e advocacy para evidenciar a presença dos agrotóxicos em produtos ultraprocessados e os efeitos do seu consumo. A iniciativa busca informar medidas regulatórias e normativas que desestimulem o seu consumo, por meio da construção de narrativas e iniciativas de engajamento da sociedade por uma alimentação adequada e saudável.

O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor é uma das principais associações de consumidores do Brasil. Sem fins lucrativos, independente de empresas, partidos ou governos, foi fundada para orientar, conscientizar, defender a ética na relação de consumo e lutar pelos direitos de consumidores- cidadãos.

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Sistemas alimentares

IDEC – INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

Produtos ultraprocessados e agrotóxicos no Brasil: duas faces de um mesmo problema

2019 12 meses R$ 350.000,00

Apoio à realização de pesquisas (incluindo teste de laboratório), ações de comunicação e advocacy para evidenciar a presença dos agrotóxicos em produtos ultraprocessados e os efeitos do seu consumo. A iniciativa busca informar medidas regulatórias e normativas que desestimulem o seu consumo, por meio da construção de narrativas e iniciativas de engajamento da sociedade por uma alimentação adequada e saudável.

O Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor é uma das principais associações de consumidores do Brasil. Sem fins lucrativos, independente de empresas, partidos ou governos, foi fundada para orientar, conscientizar, defender a ética na relação de consumo e lutar pelos direitos de consumidores- cidadãos.

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Apoio para a criação, publicação e disseminação da “Enciclopédia negra: biografia de afro-brasileiros da colonização à redemocratização”, composta por verbetes biográficos sobre personalidades negras brasileiras que se destacaram ao longo de quase quatrocentos anos, desde o final do século XVI até 2018. A iniciativa tem como objetivo contribuir para que os brasileiros incluam nas suas narrativas sujeitos históricos negros, em geral silenciados ou esquecidos pelos manuais e livros didáticos. Coordenada em parceria com a Companhia das Letras, a iniciativa é composta por: (i) enciclopédia impressa a ser ilustrada por um coletivo de artistas negros; (ii) exposição com com as imagens na Pinacoteca de São Paulo; (iii) enciclopédia viva virtual produzida em parceria com pesquisadores e intelectuais negros; e (iv) adaptação dos verbetes das enciclopédias impressa e virtual para linguagem audiovisual.

O Instituto SOMA Cidadania Criativa tem a missão de promover impacto social e contribuir com práticas cidadãs a partir da criatividade. Atua nacional e internacionalmente em parceria com empresas, governos e terceiro setor no desenvolvimento de ações e projetos que transformem positivamente a vida das pessoas e que contribuam para uma sociedade mais próspera, equânime e sustentável.

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Equidade racial

INSTITUTO SOMA CIDADANIA CRIATIVA

Enciclopédia negra: biografia de afro-brasileiros da colonização à redemocratização

2019 14 meses R$ 350.000,00

Apoio para a criação, publicação e disseminação da “Enciclopédia negra: biografia de afro-brasileiros da colonização à redemocratização”, composta por verbetes biográficos sobre personalidades negras brasileiras que se destacaram ao longo de quase quatrocentos anos, desde o final do século XVI até 2018. A iniciativa tem como objetivo contribuir para que os brasileiros incluam nas suas narrativas sujeitos históricos negros, em geral silenciados ou esquecidos pelos manuais e livros didáticos. Coordenada em parceria com a Companhia das Letras, a iniciativa é composta por: (i) enciclopédia impressa a ser ilustrada por um coletivo de artistas negros; (ii) exposição com com as imagens na Pinacoteca de São Paulo; (iii) enciclopédia viva virtual produzida em parceria com pesquisadores e intelectuais negros; e (iv) adaptação dos verbetes das enciclopédias impressa e virtual para linguagem audiovisual.

O Instituto SOMA Cidadania Criativa tem a missão de promover impacto social e contribuir com práticas cidadãs a partir da criatividade. Atua nacional e internacionalmente em parceria com empresas, governos e terceiro setor no desenvolvimento de ações e projetos que transformem positivamente a vida das pessoas e que contribuam para uma sociedade mais próspera, equânime e sustentável.

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O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Equidade racial

CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento

Criação e institucionalização do AFRO - Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial

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Apoio para a criação e institucionalização do AFRO – Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial, inaugurando suas atividades de pesquisa, formação e difusão. As ações estão estruturadas em três grandes áreas — Discriminação e desigualdades, Políticas e direitos e Cultura e identidade — que têm como eixos estruturantes as interfaces entre raça, gênero, sexualidade e território. O apoio inclui estruturação administrativa, ampliação da visibilidade à produção intelectual do Núcleo nos âmbitos nacional e internacional, sua atuação como centro de referência e memória, formação de novos pesquisadores, divulgação científica e influência ao debate público.

O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Apoio para imersão de jovens e ativistas que estão lutando contra a crise climática global, com o intuito de aproximá-los de lideranças indígenas, extrativistas e quilombolas em uma viagem pela Terra do meio, a partir da ideia de deslocamento do “centro de mundo” da Europa para Amazônia. A expedição conta também com a participação de importantes cientistas, líderes de organizações da sociedade civil e jornalistas. Desse encontro espera-se o desenho de uma aliança entre esses grupos e um manifesto a ser apresentado durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP, na Espanha.

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, fundada em 1994, para propor soluções de forma integrada a questões sociais e ambientais com foco central na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.

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Outros

ISA – INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL

Amazônia centro do mundo

2019 3 meses R$ 368.500,00

Apoio para imersão de jovens e ativistas que estão lutando contra a crise climática global, com o intuito de aproximá-los de lideranças indígenas, extrativistas e quilombolas em uma viagem pela Terra do meio, a partir da ideia de deslocamento do “centro de mundo” da Europa para Amazônia. A expedição conta também com a participação de importantes cientistas, líderes de organizações da sociedade civil e jornalistas. Desse encontro espera-se o desenho de uma aliança entre esses grupos e um manifesto a ser apresentado durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – COP, na Espanha.

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, fundada em 1994, para propor soluções de forma integrada a questões sociais e ambientais com foco central na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.

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Sistemas alimentares

CINEMASCÓPIO

Documentário “Colheita Maldita”

2019 6 meses R$ 250.000,00

O documentário, dirigido por Kleber Mendonça Filho, se debruça sobre os reais motivos que levaram o Brasil a ser o campeão mundial de uso de agrotóxicos em suas áreas cultivadas. Em parceria com Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz e MST –  Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, o filme vai em busca de respostas, com o intuito de encontrar fatos, confrontar versões e conscientizar o espectador sobre o tipo de alimento e sociedade que este quer para si.

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Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

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O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
Desde 2000, o fundo apoiou mais de 460 grupos e organizações de mulheres em todas as regiões do Brasil. Através de editais, o ELAS investe em mulheres, gerando novas oportunidades, desenvolvendo habilidades para seu fortalecimento e incentivando a concretização de seus planos.

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Equidade racial

Fundo Elas

Encontro Nacional de Mulheres Negras - 30 Anos

2018 3 meses R$ 30.000,00

Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

Mulheres em movimento

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Apoio para a ampliação do programa Mulheres em movimento, que fortalece institucionalmente grupos, organizações e redes de mulheres de todo o Brasil, com foco na mobilização para a defesa de direitos, formação política, ação feminista coletiva e criação de alianças internacionais, intergeracionais e intermovimentos. O programa promove também os Diálogos mulheres em movimento — encontros internacionais de lideranças femininas para debater o contexto da luta por direitos das mulheres e traçar estratégias conjuntas para a agenda de movimentos, criar oportunidades de intercâmbios e compartilhar práticas e experiências. Por meio deste apoio, o programa inclui mais dois grupos e/ou organizações de mulheres negras entre as contempladas pelo edital.

O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
Desde 2000, o fundo apoiou mais de 460 grupos e organizações de mulheres em todas as regiões do Brasil. Através de editais, o ELAS investe em mulheres, gerando novas oportunidades, desenvolvendo habilidades para seu fortalecimento e incentivando a concretização de seus planos.

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Apoio para projeto de pesquisa que busca analisar a geografia da produção de alimentos na escala municipal, organizando informações sobre as culturas cultivadas, sua produção, produtividade, valor e perfil de produtor. De maneira complementar, o projeto também contará com análise da cadeia de distribuição de alimentos no Brasil, do campo ao prato.

O Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola; colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público; e criar modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável para diferentes regiões e biomas do Brasil.

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Sistemas alimentares

IMAFLORA – INSTITUTO DE MANEJO E CERTIFICAÇÃO FLORESTAL E AGRÍCOLA

Geografia da produção de alimentos no Brasil

2019 12 meses R$ 250.000,00

Apoio para projeto de pesquisa que busca analisar a geografia da produção de alimentos na escala municipal, organizando informações sobre as culturas cultivadas, sua produção, produtividade, valor e perfil de produtor. De maneira complementar, o projeto também contará com análise da cadeia de distribuição de alimentos no Brasil, do campo ao prato.

O Imaflora – Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola busca influenciar as cadeias produtivas dos produtos de origem florestal e agrícola; colaborar para a elaboração e implementação de políticas de interesse público; e criar modelos de uso da terra e de desenvolvimento sustentável para diferentes regiões e biomas do Brasil.

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Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Equidade racial

CEERT – Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades

Fortalecimento institucional para atuação estratégica nacional e internacional em equidade racial

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Apoio para o fortalecimento institucional do CEERT sobretudo em relação à atuação estratégica internacional, articulação de iniciativas de combate à violação de direitos humanos da juventude negra brasileira, litigância estratégica e educação. Entre essas ações está a mobilização de recursos e desenvolvimento de um plano de comunicação para o projeto Prosseguir, voltado a fortalecer e monitorar a permanência de jovens negras e negros na universidade e sua entrada qualificada no mercado de trabalho. O apoio também possibilitará a realização de um evento internacional, com foco nos desafios enfrentados pela juventude negra no campo da educação, mercado de trabalho e justiça racial.

Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Apoio para consolidação de novo posicionamento institucional da organização face aos atuais desafios da luta em prol dos direitos das mulheres negras. O projeto inclui a realização e implementação de plano de gestão, de mecanismos de instâncias de governança e participação institucional, bem como a produção de processos e estruturas de comunicação. A doação também dará suporte a ações para fortalecimento, ampliação e defesa dos direitos humanos da população negra, em particular de jovens e mulheres, aliadas a esforços de advocacy junto a organismos nacionais e internacionais.

Criola tem como missão instrumentalizar mulheres, adolescentes e meninas negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia, para a melhoria das condições de vida da população negra e das mulheres negras em especial, em uma perspectiva integrada e transversal.

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CRIOLA

Criola 27 anos: Ampliando capacidades para a defesa dos direitos humanos de mulheres e jovens negras

2019 12 meses R$ 256.890,00

Apoio para consolidação de novo posicionamento institucional da organização face aos atuais desafios da luta em prol dos direitos das mulheres negras. O projeto inclui a realização e implementação de plano de gestão, de mecanismos de instâncias de governança e participação institucional, bem como a produção de processos e estruturas de comunicação. A doação também dará suporte a ações para fortalecimento, ampliação e defesa dos direitos humanos da população negra, em particular de jovens e mulheres, aliadas a esforços de advocacy junto a organismos nacionais e internacionais.

Criola tem como missão instrumentalizar mulheres, adolescentes e meninas negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia, para a melhoria das condições de vida da população negra e das mulheres negras em especial, em uma perspectiva integrada e transversal.

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A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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Equidade racial

Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas

Incubadora de pesquisa para ação sobre justiça racial, direitos humanos e política de drogas

2019 12 meses R$ 184.100,00

O projeto busca fomentar novos saberes que coloquem a questão racial no centro de análises sobre direitos humanos e políticas de drogas. Para isso, o apoio prevê a construção de uma rede de pesquisadores(as) negros(as) e aliados(as) a partir de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco. Por meio desta rede serão realizadas pesquisas aprofundadas em parcerias com centros de estudo com foco interdisciplinar, conectando raça e direitos humanos à economia, aos estudos urbanos e áreas correlatas, bem como intervenções de conhecimento e pesquisas para subsídio de ações de advocacy.

A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial no Brasil. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política sobre os efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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Equidade racial

Alma Preta

Alma Preta Jornalismo

2019 7 meses R$ 50.000,00

Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial no Brasil. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política sobre os efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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A Tabôa, fundação comunitária fundada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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A Tabôa, fundação comunitária criada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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Sistemas alimentares

Tabôa Fortalecimento Comunitário

Fortalecimento da agroecologia - Circuitos de comercialização

2018 6 meses R$ 360.677,00

Projeto voltado a integrar e potencializar redes agroecológicas de produção de alimentos por meio do desenvolvimento de novos modelos de crédito e comercialização para fortalecer a produção e o beneficiamento das safras. O projeto trabalha com a Rede Ecovida, que conta com 5 mil famílias nos estados do RS, PR e SC e com a Rede Povos da Mata, maior rede agroecológica do Nordeste, criada no Sul da Bahia, com 700 famílias associadas.

A Tabôa, fundação comunitária fundada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

Fortalecimento da agroecologia - Circuitos de comercialização

2019 12 meses R$ 314.136,13

Apoio voltado a contribuir para a alimentação saudável e a proteção da sociobiodiversidade no campo por meio do fortalecimento da Rede de Agroecologia Povos da Mata (BA) e da estruturação de circuitos de comercialização com a Rede Ecovida. O projeto busca prestar assistência técnica rural especializada em agroecologia (BA), apoiar a estruturação de agroindústrias (BA) e de circuitos de comercialização das Redes Povos da Mata e Ecovida (RS, PR e SC). Para isso, estão previstas a criação de uma estação de comercialização em São Paulo e a operação de linhas de crédito para produção, beneficiamento e comercialização.

A Tabôa, fundação comunitária criada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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O Instituto Betty e Jacob Lafer é uma organização fundada em 2011 que atua prioritariamente para o aprimoramento e inovação de gestão e políticas públicas e na redução das desigualdades no sistema de justiça no Brasil.

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Outros

Instituto Betty e Jacob Lafer

Mobilização de recursos de profissionais de alta renda para causas estratégicas

2019 1 ano R$ 60.000,00

Apoio a projeto de mobilização de recursos com profissionais de alta renda com os objetivos de ampliar a prática filantrópica e aumentar o volume de recursos para causas estratégicas (como justiça, segurança pública, participação política, transparência, etc.). A partir do engajamento e chamamento por fundações voltadas aos direitos humanos, o projeto busca também envolver esses possíveis doadores nessas causas e ampliar a aceitação e legitimidade social dos temas apoiados.

O Instituto Betty e Jacob Lafer é uma organização fundada em 2011 que atua prioritariamente para o aprimoramento e inovação de gestão e políticas públicas e na redução das desigualdades no sistema de justiça no Brasil.

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Apoio a iniciativa “Coalizão negra por direitos” — constituição  de aliança entre a sociedade civil e parlamentares para o monitoramento e a proposição de leis e políticas públicas de combate ao racismo e promoção da equidade racial —  voltada a estruturar, articular e mobilizar os movimentos negros no Congresso Nacional, influenciando a proposição de políticas públicas e pautas antirracistas.

A UNEAFRO é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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Equidade racial

UNEAFRO Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora

Coalizão negra por direitos

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Apoio a iniciativa “Coalizão negra por direitos” — constituição  de aliança entre a sociedade civil e parlamentares para o monitoramento e a proposição de leis e políticas públicas de combate ao racismo e promoção da equidade racial —  voltada a estruturar, articular e mobilizar os movimentos negros no Congresso Nacional, influenciando a proposição de políticas públicas e pautas antirracistas.

A UNEAFRO é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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Apoio à realização do  encontro “Acesso à terra para a agricultura justa”, resultado de processo preparatório de produção de conhecimento que inclui mapeamento de iniciativas de agricultura urbana, periurbana e rural e modelagem de instrumentos jurídicos para resguardar a terra e garantir a continuidade das atividades agrícolas a médio-longo prazo. Partindo do princípio de separar radicalmente a propriedade da terra e seu uso social e construir um conjunto de instrumentos em que os usos desejáveis sejam perpetuados jurídica e administrativamente, o encontro tem como objetivo compartilhar os instrumentos e aprendizados, incentivar discussões e troca de experiências com os participantes.

A Associação para a Propriedade Comunitária (FICA), surgiu em 2015 a partir do impulso de problematizar a instituição da propriedade privada e as distorções que esse direito pode provocar na sociedade. Com um objetivo  prático e experimental, propõe soluções alternativas para promover cidades mais plurais e diversas.  

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Sistemas alimentares

FICA - Associação para a Propriedade Comunitária

Acesso à terra para a agricultura justa

2019 6 meses R$ 50.000,00

Apoio à realização do  encontro “Acesso à terra para a agricultura justa”, resultado de processo preparatório de produção de conhecimento que inclui mapeamento de iniciativas de agricultura urbana, periurbana e rural e modelagem de instrumentos jurídicos para resguardar a terra e garantir a continuidade das atividades agrícolas a médio-longo prazo. Partindo do princípio de separar radicalmente a propriedade da terra e seu uso social e construir um conjunto de instrumentos em que os usos desejáveis sejam perpetuados jurídica e administrativamente, o encontro tem como objetivo compartilhar os instrumentos e aprendizados, incentivar discussões e troca de experiências com os participantes.

A Associação para a Propriedade Comunitária (FICA), surgiu em 2015 a partir do impulso de problematizar a instituição da propriedade privada e as distorções que esse direito pode provocar na sociedade. Com um objetivo  prático e experimental, propõe soluções alternativas para promover cidades mais plurais e diversas.  

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Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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Apoio para a realização da oitava edição da FLUP (entre 16 a 20 de outubro de 2019) que faz homenagem ao poeta pernambucano Solano Trindade e tem como um de seus principais focos o fazer poético, em particular aquela que remonta à rica tradição oral brasileira. O encontro, que conta com palestras, debates, batalhas poéticas, e shows musicais, tem como ponto de partida o lançamento dos livros produzidos nos processos formativos de 2018 – “90 anos de malandragem” e “Conta forte, conta alto”. A construção da FLUP se estende ao longo de 9 meses com processos formativos como Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual voltado a roteiristas, e a formação de Narrativas Curtas. Também são lançados um livro de contos e crônicas a partir das letras de Marcelo Yuka entre outros títulos resultantes de ações formativas realizadas em 2018.

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

 

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FLUP – Festa Literária das Periferias

7ª edição da FLUP

2018 8 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

8ª edição da FLUP

2019 9 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da oitava edição da FLUP (entre 16 a 20 de outubro de 2019) que faz homenagem ao poeta pernambucano Solano Trindade e tem como um de seus principais focos o fazer poético, em particular aquela que remonta à rica tradição oral brasileira. O encontro, que conta com palestras, debates, batalhas poéticas, e shows musicais, tem como ponto de partida o lançamento dos livros produzidos nos processos formativos de 2018 – “90 anos de malandragem” e “Conta forte, conta alto”. A construção da FLUP se estende ao longo de 9 meses com processos formativos como Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual voltado a roteiristas, e a formação de Narrativas Curtas. Também são lançados um livro de contos e crônicas a partir das letras de Marcelo Yuka entre outros títulos resultantes de ações formativas realizadas em 2018.

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

 

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Apoio à FASE-Bahia para projeto de assessoria à organização da produção de agricultores familiares, com adoção de práticas agroecológicas e a garantia da segurança alimentar e nutricional dessas famílias nos municípios de Laje, Mutuípe e Presidente Tancredo Neves.

Fundada em 1961, a FASE atua em seis estados brasileiros por meio do trabalho de organização e desenvolvimento local, comunitário e associativo, desenvolvendo ferramentas e metodologias educativas voltadas ao controle popular e à participação da cidadania no âmbito das questões urbanas e rurais. O desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, a luta pela ação afirmativa de movimentos sociais de mulheres, afrodescendentes e indígenas e a ação pela exigibilidade em direitos econômicos, sociais e culturais, marcam a sua atuação contra as desigualdades.

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O FBSSAN é uma rede formada por organizações, movimentos sociais, instituições de pesquisa, e pessoas que se mobilizam com os objetivos de qualificar o debate e incidir na agenda pública da soberania e segurança alimentar e nutricional, pela garantia do direito humano à alimentação adequada.

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Sistemas alimentares

FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional

Alimentação saudável no campo e na cidade

2019 12 meses R$ 300.000,00

Apoio à FASE-Bahia para projeto de assessoria à organização da produção de agricultores familiares, com adoção de práticas agroecológicas e a garantia da segurança alimentar e nutricional dessas famílias nos municípios de Laje, Mutuípe e Presidente Tancredo Neves.

Fundada em 1961, a FASE atua em seis estados brasileiros por meio do trabalho de organização e desenvolvimento local, comunitário e associativo, desenvolvendo ferramentas e metodologias educativas voltadas ao controle popular e à participação da cidadania no âmbito das questões urbanas e rurais. O desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, a luta pela ação afirmativa de movimentos sociais de mulheres, afrodescendentes e indígenas e a ação pela exigibilidade em direitos econômicos, sociais e culturais, marcam a sua atuação contra as desigualdades.

Movimento por uma Conferência popular de soberania e segurança alimentar e nutricional

2019 6 meses R$ 30.000,00

Apoio ao processo preparatório da “Conferência Popular por Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional: por comida de verdade e sistemas alimentares sustentáveis”. O apoio é destinado à realização de uma oficina com representantes de organizações e movimentos ligados ao Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN). A oficina tem como objetivo a formação de uma comissão organizadora e de uma rede de mobilizadores responsável pelo processo preparatório e planejamento estratégico de um amplo processo de mobilização nacional e de fortalecimento dos coletivos e fóruns estaduais e locais que se identificam com o campo e a agenda da SAN, que culminará com um grande evento nacional. A conferência popular deverá ser autônoma em relação aos governos, e capaz de ampliar o debate crítico sobre a sustentabilidade dos sistemas alimentares, o desmonte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e as violações do direito humano à alimentação no atual contexto do país.

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Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.

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Sistemas alimentares

ACT - Associação de Controle do Tabagismo, Promoção da Saúde e dos Direitos Humanos

Fortalecimento da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável

2019 12 meses R$ 349.997,00

Apoio voltado ao fortalecimento institucional da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, movimento formado por 150 membros e 40 organizações da sociedade civil, profissionais, associações e movimentos sociais que, por meio de ações coletivas, trabalham para o avanço de políticas públicas de segurança alimentar, nutricional e pela soberania alimentar no Brasil como forma de garantir o direito humano à alimentação adequada. O projeto busca fortalecer as ações de advocacy, políticas públicas e comunicação, ampliar a capilaridade da Aliança em outros estados e municípios e fortalecer organizações que atuem com agroecologia e agricultura familiar.

Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.

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Apoio institucional para Observatório da Imprensa, espaço de acompanhamento do trabalho jornalístico no Brasil. As atividades previstas no apoio estão voltadas à melhoria da gestão, ampliação de alcance do site, organização de eventos, pesquisas para o Atlas da Notícia e lançamento do livro “Observatório da Imprensa – Uma antologia da crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018”, organizado por Pedro Varoni e Lucy Oliveira.

O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

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Outros

PROJOR - Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo

Observatório da imprensa

2017 12 meses R$ 250.000

Apoio institucional para Observatório da Imprensa, espaço de acompanhamento do trabalho jornalístico no Brasil. As atividades previstas no apoio estão voltadas à melhoria da gestão, ampliação de alcance do site, organização de eventos, pesquisas para o Atlas da Notícia e lançamento do livro “Observatório da Imprensa – Uma antologia da crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018”, organizado por Pedro Varoni e Lucy Oliveira.

O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

Renovação tecnológica do Observatório da Imprensa

2019 12 meses R$ 185.000,00

O apoio Institucional ao Observatório da Imprensa – espaço reconhecido de reflexão e acompanhamento sobre jornalismo e mídia no Brasil – consiste em uma série de ações: atualizar o sistema de publicação do website, contratar equipe dedicada para a manutenção do conteúdo e das mídias sociais, produzir a websérie Cartas na Mesa e garantir assessoria administrativa ao Projor.

O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

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Apoio a realização do evento Terra Madre Brasil 2020, que acontecerá 10 anos após sua 2ª edição. O encontro promove a Ecogastronomia, conecta pontas da cadeia alimentar e divulga boas práticas de produção, beneficiamento e consumo de alimentos bons, limpos e justos. Também tem como objetivo fortalecer o movimento Slow Food no Brasil, tanto do ponto de vista institucional como de rede.

A Associação Slow Food do Brasil nasceu em 2013. Sua principal missão é se contrapor ao sistema agrícola convencional, aos alimentos ultra processados pela indústria e à banalização do ato de comer.

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Sistemas alimentares

Associação Slow Food do Brasil

Terra Madre Brasil

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Apoio a realização do evento Terra Madre Brasil 2020, que acontecerá 10 anos após sua 2ª edição. O encontro promove a Ecogastronomia, conecta pontas da cadeia alimentar e divulga boas práticas de produção, beneficiamento e consumo de alimentos bons, limpos e justos. Também tem como objetivo fortalecer o movimento Slow Food no Brasil, tanto do ponto de vista institucional como de rede.

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Apoio ao evento Fru.to – Diálogos do Alimento, que tem como objetivo agregar e articular a cadeia do alimento nacional e criar um espaço de fomento à políticas públicas voltadas à alimentação a partir da mensagem de que as pessoas são o maior elo entre a natureza e a cozinha.

Criado em 2017 por Alex Atala e Felipe Ribenboim, do Instituto ATÁ, o Fru.to é uma plataforma de conexão, engajamento, mobilização e discussão sobre a alimentação saudável e sua relação com o homem e o meio ambiente. Como resultado dos seminários entre 2018 e 2019, a organização também apoia iniciativas voltadas à produção de alimentos de qualidade, consumo consciente e sustentabilidade e o Selo Fru.To passou a certificar a produção de alimento limpo, justo e de qualidade.

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Sistemas alimentares

Fru.to

Fru.to - Diálogos do alimento

2018 6 meses R$ 50.000,00

Apoio ao evento Fru.to – Diálogos do Alimento, que tem como objetivo agregar e articular a cadeia do alimento nacional e criar um espaço de fomento à políticas públicas voltadas à alimentação a partir da mensagem de que as pessoas são o maior elo entre a natureza e a cozinha.

Criado em 2017 por Alex Atala e Felipe Ribenboim, do Instituto ATÁ, o Fru.to é uma plataforma de conexão, engajamento, mobilização e discussão sobre a alimentação saudável e sua relação com o homem e o meio ambiente. Como resultado dos seminários entre 2018 e 2019, a organização também apoia iniciativas voltadas à produção de alimentos de qualidade, consumo consciente e sustentabilidade e o Selo Fru.To passou a certificar a produção de alimento limpo, justo e de qualidade.

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O objetivo do Programa Marielle Franco é garantir a presença de mais mulheres negras em espaços de poder e ampliar seu papel na luta antirracista. Em 5 anos, o programa pretende capacitar política e tecnicamente 120 novas líderes e fortalecer 20 organizações, grupos e coletivos por meio de bolsas, formação política, coaching e criação de redes.

O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.

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Equidade racial

Baobá - Fundo para Equidade Racial

Programa Marielle Franco de aceleração do desenvolvimento de lideranças femininas negras

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O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.

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Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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Outros

IMAZON - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia

Fortalecimento de gestão e formação de lideranças

2017 12 meses R$ 300.000,00

Aprimorar práticas administrativas do Imazon e fortalecer seu processo de formação de lideranças, com ênfase no apoio à capacitação de equipes e à promoção de eventos internos para validação de uma estratégia de formação de líderes e para discussão de aspectos do atual planejamento estratégico institucional.

Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

IPS Amazônia 2018

2018 12 meses R$ 300.000,00

O Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia criou o IPS Amazônia – Índice de Progresso Social da Amazônia para medir a qualidade de vida na região a partir de dados que consideram primordialmente as condições sociais e ambientais da população. O objetivo é corrigir distorções de indicadores que sofrem influência dos resultados econômicos, como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Em 2018, o Instituto mediu o IPS pela segunda vez. Para isso, a organização reestruturou sua plataforma digital e suas práticas de gestão.

Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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O projeto é voltado à profissionalização das áreas de gestão e comunicação do Nupens/USP. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira. O apoio tem como objetivos difundir os dados de suas pesquisas no Brasil e no exterior por meio da imprensa e das mídias sociais, bem como obter maior incidência política quanto aos impactos de alimentos ultraprocessados na saúde.

Centro de referência na pesquisa sobre saúde alimentar, o Nupens, ligado à Faculdade de Saúde Pública da USP, reúne levantamentos sobre dietas, alimentos ultraprocessados, obesidade e condições alimentares. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira.

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Sistemas alimentares

Nupens/USP - Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP

Divulgação de produção científica

2018 12 meses R$ 360.000,00

O projeto é voltado à profissionalização das áreas de gestão e comunicação do Nupens/USP. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira. O apoio tem como objetivos difundir os dados de suas pesquisas no Brasil e no exterior por meio da imprensa e das mídias sociais, bem como obter maior incidência política quanto aos impactos de alimentos ultraprocessados na saúde.

Centro de referência na pesquisa sobre saúde alimentar, o Nupens, ligado à Faculdade de Saúde Pública da USP, reúne levantamentos sobre dietas, alimentos ultraprocessados, obesidade e condições alimentares. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira.

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Campanha de mobilização da sociedade e dos agentes políticos pela tramitação da Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos. A organização utiliza aplicativos, anúncios direcionados, produção audiovisual e ações de mobilização. Um exemplo é a plataforma “Chega de Agrotóxicos”, que busca pressionar o legislativo federal contra a agenda desreguladora que propõe a liberação de agrotóxicos e a extinção de espaços de controle social, como o Conselho de Segurança Alimentar (Consea).

O Greenpeace é uma instituição histórica na luta global pelo meio ambiente. O trabalho com alimentação saudável se insere no tema do Bom Uso da Terra, parte do projeto prioritário da organização a partir de 2019.

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Sistemas alimentares

Greenpeace Brasil

Agricultura e alimentação

2018 18 meses R$ 499.200,00

Campanha de mobilização da sociedade e dos agentes políticos pela tramitação da Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos. A organização utiliza aplicativos, anúncios direcionados, produção audiovisual e ações de mobilização. Um exemplo é a plataforma “Chega de Agrotóxicos”, que busca pressionar o legislativo federal contra a agenda desreguladora que propõe a liberação de agrotóxicos e a extinção de espaços de controle social, como o Conselho de Segurança Alimentar (Consea).

O Greenpeace é uma instituição histórica na luta global pelo meio ambiente. O trabalho com alimentação saudável se insere no tema do Bom Uso da Terra, parte do projeto prioritário da organização a partir de 2019.

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

A Pública é a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do Brasil. Suas reportagens são pautadas pelo interesse público e republicadas por mais de 700 veículos.

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Sistemas alimentares

Agência Pública

Por trás do alimento

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

Desde 2001, a Repórter Brasil produz pesquisas e materiais jornalísticos para identificar e tornar públicas situações que ferem direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil.

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Repórter Brasil

Por trás do alimento

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

Desde 2001, a Repórter Brasil produz pesquisas e materiais jornalísticos para identificar e tornar públicas situações que ferem direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil.

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Apoio para ações de advocacy por um marco regulatório para o uso de agrotóxicos no Brasil. A proposta parte dos dados e conclusões da pesquisa “Você não quer mais respirar veneno”, lançada em 2018. O projeto busca empreender parcerias com outras instituições, conscientizar agentes políticos e sociais, monitorar, publicizar e influenciar medidas legislativas e políticas públicas voltadas ao tema.

A Human Rights Watch é uma organização global de direitos humanos presente em 48 países. Em 2018, criou uma divisão voltada ao meio ambiente no Brasil.

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Sistemas alimentares

Human Rights Watch

Marco regulatório para uso de agrotóxicos

2018 6 meses R$ 61.700,00

Apoio para ações de advocacy por um marco regulatório para o uso de agrotóxicos no Brasil. A proposta parte dos dados e conclusões da pesquisa “Você não quer mais respirar veneno”, lançada em 2018. O projeto busca empreender parcerias com outras instituições, conscientizar agentes políticos e sociais, monitorar, publicizar e influenciar medidas legislativas e políticas públicas voltadas ao tema.

A Human Rights Watch é uma organização global de direitos humanos presente em 48 países. Em 2018, criou uma divisão voltada ao meio ambiente no Brasil.

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Primeira edição fora da Europa do evento, AgUrb é uma conferência que reúne especialistas, acadêmicos, gestores e organizações envolvidos com temas agroalimentares e interessados em discutir novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos para o século XXI. Organizada pela UFRGS em Porto Alegre em setembro de 2018, a III AgUrb é realizada por diversas instituições parceiras, produz publicações, possui uma associação mantenedora e busca uma agenda comum a favor de alimentos agroecológicos no território nacional.

A AgUrb teve início em 2012 com o objetivo de debater os impactos da crise ambiental na a agricultura e no sistema alimentar. A primeira edição desta conferência ocorreu na Universidade de Wageningen, na Holanda, e a segunda na Universidade Roma em 2015, na Itália.

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Sistemas alimentares

UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul

AgUrb - III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada

2018 6 meses R$ 60.000

Primeira edição fora da Europa do evento, AgUrb é uma conferência que reúne especialistas, acadêmicos, gestores e organizações envolvidos com temas agroalimentares e interessados em discutir novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos para o século XXI. Organizada pela UFRGS em Porto Alegre em setembro de 2018, a III AgUrb é realizada por diversas instituições parceiras, produz publicações, possui uma associação mantenedora e busca uma agenda comum a favor de alimentos agroecológicos no território nacional.

A AgUrb teve início em 2012 com o objetivo de debater os impactos da crise ambiental na a agricultura e no sistema alimentar. A primeira edição desta conferência ocorreu na Universidade de Wageningen, na Holanda, e a segunda na Universidade Roma em 2015, na Itália.

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Com este apoio, as aulas de dança do projeto foram estendidas para crianças e jovens das comunidades de São Carlos, Coroa, Fallet, Catumbi, Santo Cristo, Gamboa, Bairro de Fátima, Centro e Lapa. A ampliação era uma demanda da associação, que trabalha com crianças, adolescentes e jovens de 4 a 21 anos que vivem em situação de risco no Rio de Janeiro.

Desde 1995, a Dançando para Não Dançar utiliza o balé clássico como instrumento de inserção social e familiar, proporcionando acesso profissional e melhor aproveitamento no ensino regular de crianças e jovens moradores de comunidades do Rio de Janeiro.

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Outros

Dançando Para Não Dançar

Plano anual da Escola das comunidades

2017 12 meses R$ 150.000,00

Com este apoio, as aulas de dança do projeto foram estendidas para crianças e jovens das comunidades de São Carlos, Coroa, Fallet, Catumbi, Santo Cristo, Gamboa, Bairro de Fátima, Centro e Lapa. A ampliação era uma demanda da associação, que trabalha com crianças, adolescentes e jovens de 4 a 21 anos que vivem em situação de risco no Rio de Janeiro.

Desde 1995, a Dançando para Não Dançar utiliza o balé clássico como instrumento de inserção social e familiar, proporcionando acesso profissional e melhor aproveitamento no ensino regular de crianças e jovens moradores de comunidades do Rio de Janeiro.