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Apoio a iniciativa “Coalizão negra por direitos” — constituição  de aliança entre a sociedade civil e parlamentares para o monitoramento e a proposição de leis e políticas públicas de combate ao racismo e promoção da equidade racial —  voltada a estruturar, articular e mobilizar os movimentos negros no Congresso Nacional, influenciando a proposição de políticas públicas e pautas antirracistas.

A Uneafro Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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A Uneafro Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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Equidade racial

UNEAFRO Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora

Coalizão negra por direitos

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Apoio a iniciativa “Coalizão negra por direitos” — constituição  de aliança entre a sociedade civil e parlamentares para o monitoramento e a proposição de leis e políticas públicas de combate ao racismo e promoção da equidade racial —  voltada a estruturar, articular e mobilizar os movimentos negros no Congresso Nacional, influenciando a proposição de políticas públicas e pautas antirracistas.

A Uneafro Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

Instituto de Referência Negra Peregum

2020 24 meses R$ 800.000,00

Apoio à fundação e ao desenvolvimento institucional do Instituto de Referência Negra Peregum, voltado à atuação política e educativa para defesa de direitos humanos e redução de desigualdades raciais, sociais e de gênero. O apoio está voltado a criação desta nova institucionalidade que reorganiza e congrega as atividades conduzidas pela Uneafro Brasil — tais como educação popular, oferta de assistência permanente e emergencial no contexto da pandemia de Covid-19 — e Coalizão Negra por Direitos (articulação política e advocacy em ações diretas).

A Uneafro Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações, sempre com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política, acerca dos efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações, sempre com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política, acerca dos efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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Equidade racial

Alma Preta

Alma Preta Jornalismo

2019 7 meses R$ 50.000,00

Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações, sempre com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política, acerca dos efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

Mídia negra independente

2020 12 meses R$ 204.000,00

Continuidade ao apoio institucional do Alma Preta para desenvolvimento de ações em três frentes: (i) criação do Manual de mídia negra para nortear a produção da agência de jornalismo e de outros veículos e jornalistas antirracistas; (ii) fortalecimento de estratégias de sustentabilidade da agência; e (iii) lançamento em 2021 da Casa Alma Preta, sede da redação e espaço para ações da agência voltadas à capacitação de jornalistas jovens de periferia.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações, sempre com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política, acerca dos efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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A Fenatrad – Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas é uma associação de sindicatos que representam, aproximadamente, 7,2 milhões de trabalhadores domésticas/os. As organizações filiadas à federação estão presentes em 13 Estados brasileiros: Acre, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.

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Equidade racial

FENATRAD – FEDERAÇÃO NACIONAL DAS TRABALHADORAS DOMÉSTICAS

Isolamento social com dignidade e sustentação para trabalhadoras domésticas

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Apoio para atender emergencialmente 18 sindicatos de trabalhadores domésticas/os, uma das categorias profissionais mais vulnerabilizadas no contexto da pandemia de Covid-19. Com esse apoio, a Fenatrad busca auxiliar essas/es trabalhadores e suas famílias a atravessarem a crise de saúde e econômica provocada pela pandemia, por meio da sustentabilidade de sua organização representativa e ampliação de sua capacidade de ação para informar e representar as trabalhadoras domésticas e apoiar diretamente as trabalhadoras mais afetadas. O projeto tem como base a defesa dos direitos humanos de trabalhadores domésticas/os aos cuidados de sua saúde e à garantia de seus meios de subsistência no período de crise.

A Fenatrad – Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas é uma associação de sindicatos que representam, aproximadamente, 7,2 milhões de trabalhadores domésticas/os. As organizações filiadas à federação estão presentes em 13 Estados brasileiros: Acre, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.

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O Instituto Procomum é uma organização da sociedade civil que nasceu com a missão de
impulsionar o desenvolvimento de tecnologias sociais e estimular a inovação cidadã, apostando na força das comunidades em rede para construir soluções para uma vida mais social, econômica, ambiental e culturalmente justa.

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Equidade racial

INSTITUTO PROCOMUM

LAB Procomum: memórias, narrativas e tecnologias da negritude

2020 12 meses R$ 228.040,00

Apoio para o fortalecimento do protagonismo negro na região da Baixada Santista (SP) a partir de três eixos: memória, narrativas e tecnologias. Com esse apoio, o LAB Procomum atua junto a iniciativas que fazem parte de sua rede, mas também estabelece novas parcerias com grupos protagonizados por desenvolvedores negras e negros de processos criativos e soluções tecnológicas de impacto social. O projeto prevê três frentes de ações: (i) mapeamento da negritude em Santos e no Guarujá; (ii) residências criativas sobre memória e visibilidade negra na Baixada Santista; e (iii) formação em tecnologias livres com foco no diálogo entre inovação e ancestralidade.

O Instituto Procomum é uma organização da sociedade civil que nasceu com a missão de
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Apoio para o fortalecimento da luta quilombola com foco na criação de um ambiente propício à autogestão, por meio do estímulo à capacidade participativa e cooperativa das coordenações que compõem a CONAQ. O apoio inclui (i) acompanhamento das comunidades quilombolas nas esferas municipal e estadual; (ii) formação política de suas lideranças, especialmente das mulheres quilombolas; (iii) formação sobre racismo para a organização internacional Via Campesina; (iv) articulação de advocacy a partir da Coalizão Negra por Direitos; (v) campanha de enfrentamento à COVID-19 nas comunidades quilombolas.

A CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas é uma organização nacional sem fins lucrativos, presente em 23 estados do Brasil, que representa a maioria de pessoas quilombolas do país. Seu objetivo é lutar pela implementação de políticas públicas que considerem a organização e o modo de viver das comunidades de quilombo, o protagonismo e autonomia das mulheres quilombolas, o uso comum do território, dos recursos naturais e a harmonia com o meio ambiente.

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Equidade racial

CONAQ – COORDENAÇÃO NACIONAL DE ARTICULAÇÃO DAS COMUNIDADES NEGRAS RURAIS QUILOMBOLAS

Resistir para existir

2020 12 meses R$ 250.000,00

Apoio para o fortalecimento da luta quilombola com foco na criação de um ambiente propício à autogestão, por meio do estímulo à capacidade participativa e cooperativa das coordenações que compõem a CONAQ. O apoio inclui (i) acompanhamento das comunidades quilombolas nas esferas municipal e estadual; (ii) formação política de suas lideranças, especialmente das mulheres quilombolas; (iii) formação sobre racismo para a organização internacional Via Campesina; (iv) articulação de advocacy a partir da Coalizão Negra por Direitos; (v) campanha de enfrentamento à COVID-19 nas comunidades quilombolas.

A CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas é uma organização nacional sem fins lucrativos, presente em 23 estados do Brasil, que representa a maioria de pessoas quilombolas do país. Seu objetivo é lutar pela implementação de políticas públicas que considerem a organização e o modo de viver das comunidades de quilombo, o protagonismo e autonomia das mulheres quilombolas, o uso comum do território, dos recursos naturais e a harmonia com o meio ambiente.

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Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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Equidade racial

FLUP – Festa Literária das Periferias

7ª edição da FLUP

2018 8 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

8ª edição da FLUP

2019 9 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da oitava edição da FLUP (entre 16 a 20 de outubro de 2019) que faz homenagem ao poeta pernambucano Solano Trindade e tem como um de seus principais focos o fazer poético, em particular aquela que remonta à rica tradição oral brasileira. O encontro, que conta com palestras, debates, batalhas poéticas, e shows musicais, tem como ponto de partida o lançamento dos livros produzidos nos processos formativos de 2018 – “90 anos de malandragem” e “Conta forte, conta alto”. A construção da FLUP se estende ao longo de 9 meses com processos formativos como Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual voltado a roteiristas, e a formação de Narrativas Curtas. Também são lançados um livro de contos e crônicas a partir das letras de Marcelo Yuka entre outros títulos resultantes de ações formativas realizadas em 2018.

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

9ª edição da FLUP

2020 10 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da nona edição da FLUP, que homenageia duas notáveis mulheres negras – Lélia Gonzalez, política, professora, antropóloga, conhecida internacionalmente como uma das intelectuais mais importantes do Brasil; e Carolina Maria de Jesus, consagrada por seu livro “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada”, obra fundamental da literatura brasileira que completa 50 anos de publicação em 2020. A FLUP deste ano também é marcada pela volta ao território de periferia, com programação de seis dias no Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro. Como é de praxe, o evento é precedido de processos formativos e desdobramentos do ano anterior, tais quais o lançamento em março de 2020 da série MINAS PRETAS, uma parceria FLUP e PretaLab, no podcast PretaPod(e), que traz as narrativas das meninas da cena do Slam nacional.

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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PerifaConnection é um plataforma de disputa da narrativa sobre as periferias composta por ativistas negros e periféricos do estado do Rio de Janeiro como Raull Santiago, do Papo Reto (Complexo do Alemão); Jefferson Barbosa e Wesley Teixeira, da Voz da Baixada (Duque de Caxias); Salvino Oliveira, da CDD Acontece (Cidade de Deus) e Nina da Hora, da Computação da Hora (Duque de Caxias). A plataforma mantém uma coluna na Folha de São Paulo que traz artigos de jovens negros periféricos sobre diversos temas em torno de suas vivências.

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PERIFACONNECTION

PerifaConnection: Outras narrativas sobre juventude negra e periférica

2020 6 meses R$ 69.000,00

Apoio para desenvolvimento e realização de programa audiovisual para plataformas digitais que busca oferecer outra narrativa sobre a situação da juventude negra e periférica do Brasil, com foco no âmbito urbano e na questão racial, incluindo perspectivas indígenas, quilombolas e regionais. A realização do projeto inclui imersão com mentores, planejamento e produção de episódios com duração de 10 a 15 minutos.

PerifaConnection é um plataforma de disputa da narrativa sobre as periferias composta por ativistas negros e periféricos do estado do Rio de Janeiro como Raull Santiago, do Papo Reto (Complexo do Alemão); Jefferson Barbosa e Wesley Teixeira, da Voz da Baixada (Duque de Caxias); Salvino Oliveira, da CDD Acontece (Cidade de Deus) e Nina da Hora, da Computação da Hora (Duque de Caxias). A plataforma mantém uma coluna na Folha de São Paulo que traz artigos de jovens negros periféricos sobre diversos temas em torno de suas vivências.

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Apoio ao Coletivo Legítima Defesa por meio do Núcleo Corpo Rastreado para realização do projeto Amefricanidades, espaço transversal de criação e reflexão de olhares possíveis sobre a sociedade brasileira, a partir das experiências negras e ameríndias. Referenciando o termo cunhado pela intelectual negra brasileira Lélia Gonzáles, Amefricanidades recorre a estas experiências no continente americano para compartilhar visões poéticas-políticas das diversas formas de presença não colonial. O intuito do projeto, coordenado por Eugênio Lima, é criar novas possibilidades de abordagem das representações sociais negras e ameríndias, no âmbito das linguagens artísticas e da história. Para isso, utiliza como processos pesquisa, imersão, rodas de conversa e uma residência artística, com a intenção de escavar as narrativas que foram soterradas pelo legado colonial, criando um vínculo entre o tempo dos ancestrais e nosso tempo.

Criado em dezembro de 2005, o Núcleo Corpo Rastreado é formado por produtores, artistas e técnicos que planejam, implementam e oferecem suporte para projetos culturais dentro e fora do Brasil. Buscando uma conexão entre produção e processo criativo, atende e orienta artistas com o objetivo de experimentar, gerir e difundir pensamentos atrelados à cultura, que deem autonomia para público e artista, no que se refere à relação com a arte contemporânea.

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Equidade racial

NÚCLEO CORPO RASTREADO

Amefricanidades

2020 6 meses R$ 172.156,00

Apoio ao Coletivo Legítima Defesa por meio do Núcleo Corpo Rastreado para realização do projeto Amefricanidades, espaço transversal de criação e reflexão de olhares possíveis sobre a sociedade brasileira, a partir das experiências negras e ameríndias. Referenciando o termo cunhado pela intelectual negra brasileira Lélia Gonzáles, Amefricanidades recorre a estas experiências no continente americano para compartilhar visões poéticas-políticas das diversas formas de presença não colonial. O intuito do projeto, coordenado por Eugênio Lima, é criar novas possibilidades de abordagem das representações sociais negras e ameríndias, no âmbito das linguagens artísticas e da história. Para isso, utiliza como processos pesquisa, imersão, rodas de conversa e uma residência artística, com a intenção de escavar as narrativas que foram soterradas pelo legado colonial, criando um vínculo entre o tempo dos ancestrais e nosso tempo.

Criado em dezembro de 2005, o Núcleo Corpo Rastreado é formado por produtores, artistas e técnicos que planejam, implementam e oferecem suporte para projetos culturais dentro e fora do Brasil. Buscando uma conexão entre produção e processo criativo, atende e orienta artistas com o objetivo de experimentar, gerir e difundir pensamentos atrelados à cultura, que deem autonomia para público e artista, no que se refere à relação com a arte contemporânea.

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O CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira tem como missão atuar na defesa dos direitos e na organização dos povos das tradições de matriz africana, em prol de sua sustentabilidade econômica e social por meio de sua organização. Atua em todo território do Brasil, com sede nacional em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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Equidade racial

CENARAB – CENTRO NACIONAL DE AFRICANIDADE E RESISTÊNCIA AFRO BRASILEIRO

Terreiro legal, terreiro protegido

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Apoio voltado a projeto de acolhimento às lideranças de comunidades tradicionais com foco em orientação, formação e qualificação sobre o processo de legalização dos terreiros (casas religiosas de matriz africana). Diante de conjuntura complexa que apresenta ameaças aos direitos dessas comunidades, o projeto tem como objetivo promover compreensão a respeito desta realidade e da necessidade de organização dos templos de religiões de matriz africana, por meio de caravanas de cidadania. O projeto inclui (i) criação e distribuição de cartilha sobre direitos, com orientações jurídicas e a legislação vigente sobre o tema no país; (ii) encontros com lideranças de comunidades tradicionais em seus terreiros e na sede do CENARAB; (iii) e oficinas nas áreas de interesse destas comunidades.

O CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira tem como missão atuar na defesa dos direitos e na organização dos povos das tradições de matriz africana, em prol de sua sustentabilidade econômica e social por meio de sua organização. Atua em todo território do Brasil, com sede nacional em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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Odara – Instituto da Mulher Negra é uma organização negra e feminista, sediada em Salvador (BA), centrada no legado africano e voltada para o fortalecimento e autonomia das mulheres negras. Tem como missão combater o racismo, o sexismo, a lesbitransfobia e formas correlatas de opressão, para a defesa da liberdade, autonomia e o bem viver das mulheres negras.

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ODARA – INSTITUTO DA MULHER NEGRA

Mulheres negras na resistência: Escola de ativismo de mulheres negras Beatriz Nascimento

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Apoio voltado à criação e implementação da Escola de ativismo de mulheres negras Beatriz Nascimento, que promove espaços de troca, formação e articulação de ações em rede para fortalecer as capacidades de enfrentamento de mulheres negras e afro-ameríndias ao contexto atual de racismo, sexismo e lesbitransfobia no país. O projeto inclui conteúdos e abordagens de formação sobre incidência política, formulação teórica, comunicação, autocuidado e segurança, artes, cinema, entre outros. Tem como público direto mulheres jovens negras e afro-ameríndias das regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Odara – Instituto da Mulher Negra é uma organização negra e feminista, sediada em Salvador (BA), centrada no legado africano e voltada para o fortalecimento e autonomia das mulheres negras. Tem como missão combater o racismo, o sexismo, a lesbitransfobia e formas correlatas de opressão, para a defesa da liberdade, autonomia e o bem viver das mulheres negras.

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Apoio institucional para as atividades estruturais da organização, que incluem a manutenção do Portal Geledés e o programa de formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). O projeto inclui também apoio às atividades de comemoração dos 30 anos do Geledés, envolvendo ações de resgate da trajetória da instituição e eventos de celebração do legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e dos negros nas últimas três décadas.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

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Apoio institucional para a manutenção e produção de conteúdo do Portal Geledés e a formação de Promotoras Legais Populares (PLPs), que atuam no enfrentamento à violência de gênero e orientam mulheres no acesso aos direitos sociais. O Geledés também trabalha com a estruturação e disponibilização de seu acervo institucional, que deve ser organizado para virar um centro de referência sobre equidade racial e de gênero. A doação dá suporte, ainda, à iniciativa “Quilombo no Congresso”, voltada a monitorar, publicizar e influenciar práticas legislativas e políticas públicas de âmbito federal para a equidade racial.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

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O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do machismo e do racismo.

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Equidade racial

Geledés – Instituto da Mulher Negra

Consolidação dos programas institucionais e comemoração dos 30 anos

2017 12 meses R$ 300.000,00

Apoio institucional para as atividades estruturais da organização, que incluem a manutenção do Portal Geledés e o programa de formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). O projeto inclui também apoio às atividades de comemoração dos 30 anos do Geledés, envolvendo ações de resgate da trajetória da instituição e eventos de celebração do legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e dos negros nas últimas três décadas.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

Fortalecimento dos direitos de mulheres e negros

2018 12 meses R$ 450.000,00

Apoio institucional para a manutenção e produção de conteúdo do Portal Geledés e a formação de Promotoras Legais Populares (PLPs), que atuam no enfrentamento à violência de gênero e orientam mulheres no acesso aos direitos sociais. O Geledés também trabalha com a estruturação e disponibilização de seu acervo institucional, que deve ser organizado para virar um centro de referência sobre equidade racial e de gênero. A doação dá suporte, ainda, à iniciativa “Quilombo no Congresso”, voltada a monitorar, publicizar e influenciar práticas legislativas e políticas públicas de âmbito federal para a equidade racial.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

Direitos de mulheres e negros: memória, formação e difusão

2019 24 meses R$ 800.000,00

Apoio para diversas ações conduzidas pelo Geledés, com foco no enfrentamento à violência racial e de gênero no contexto atual no Brasil e no mundo, de ascensão de governos reacionários. As ações incluem incidência política nacional e internacional, formação política de jovens mulheres negras e futuras lideranças, fortalecimento da política de cotas raciais em órgãos públicos, em particular na Defensoria Pública do Estado de São Paulo, difusão das violações de direitos humanos em mídias sociais e no Portal Geledés e implementação do Centro de Memória Geledés.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do machismo e do racismo.

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Apoio voltado a fortalecer a comunicação como contribuição dos movimentos de mulheres negras nos processos emancipatórios brasileiros. O projeto inclui ações para fortalecer as competências internas do Blogueiras Negras, com foco em desenvolvimento institucional, reestruturação de métodos, ferramentas e consolidação de infraestrutura material e institucional. Com este apoio, o Blogueiras Negras busca sua autonomia para a continuidade da iniciativa, posicionando-se como uma ferramenta de mídia negra que colabora para a preservação do legado político das mulheres negras brasileiras.

O Blogueiras Negras é construído por uma comunidade de mulheres comprometidas com gênero e raça. O grupo organizou-se e criou um site (blogueirasnegras.org), que reúne e estimula a produção de conteúdo para veículos de comunicação independentes produzidos por e para mulheres negras.

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Equidade racial

BLOGUEIRAS NEGRAS

Autonomia e memória: Fortalecendo o legado de comunicação de mulheres negras

2019 12 meses R$ 150.000,00

Apoio voltado a fortalecer a comunicação como contribuição dos movimentos de mulheres negras nos processos emancipatórios brasileiros. O projeto inclui ações para fortalecer as competências internas do Blogueiras Negras, com foco em desenvolvimento institucional, reestruturação de métodos, ferramentas e consolidação de infraestrutura material e institucional. Com este apoio, o Blogueiras Negras busca sua autonomia para a continuidade da iniciativa, posicionando-se como uma ferramenta de mídia negra que colabora para a preservação do legado político das mulheres negras brasileiras.

O Blogueiras Negras é construído por uma comunidade de mulheres comprometidas com gênero e raça. O grupo organizou-se e criou um site (blogueirasnegras.org), que reúne e estimula a produção de conteúdo para veículos de comunicação independentes produzidos por e para mulheres negras.

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Apoio para a estruturação institucional do Instituto Marielle Franco, fundado em 2019 com o objetivo de se estabelecer como organização referência no campo dos direitos humanos e das mulheres negras. Por meio da estruturação de suas áreas de atuação, o instituto pretende produzir ações na rua e em redes que dialoguem diretamente com a expansão do legado político de Marielle Franco.

O Instituto Marielle Franco é uma organização criada pela família de Marielle com o objetivo de buscar justiça sobre o caso, defender a memória da vereadora, multiplicar o legado deixado por ela e regar as sementes que surgiram após o covarde assassinato que tirou a sua vida e a do motorista Anderson Gomes no dia 14 de Março de 2018.

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Equidade racial

INSTITUTO MARIELLE FRANCO

Plantando sementes: Estruturando a resistência de mulheres negras no Brasil

2019 12 meses R$ 162.000,00

Apoio para a estruturação institucional do Instituto Marielle Franco, fundado em 2019 com o objetivo de se estabelecer como organização referência no campo dos direitos humanos e das mulheres negras. Por meio da estruturação de suas áreas de atuação, o instituto pretende produzir ações na rua e em redes que dialoguem diretamente com a expansão do legado político de Marielle Franco.

O Instituto Marielle Franco é uma organização criada pela família de Marielle com o objetivo de buscar justiça sobre o caso, defender a memória da vereadora, multiplicar o legado deixado por ela e regar as sementes que surgiram após o covarde assassinato que tirou a sua vida e a do motorista Anderson Gomes no dia 14 de Março de 2018.

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Apoio para atividades de pesquisa, formação e extensão do GEMAA. Com este apoio, o grupo de estudos busca ampliar seu impacto ao consolidar novas frentes de pesquisas — como o acompanhamento da produção legislativa sobre equidade racial, levantamento das políticas de ação afirmativa nas universidades públicas brasileiras e nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e investigação sobre as desigualdades raciais no ensino superior — bem como dinamizar a comunicação pública dos resultados produzidos.

O GEMAA – Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa é um núcleo de pesquisa com sede no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Criado em 2008, desenvolve investigações sobre a representação de raça e gênero na política e em diversas instituições e mídias.

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Equidade racial

GEMAA – GRUPO DE ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES DA AÇÃO AFIRMATIVA

Ação afirmativa e desigualdades de raça e gênero

2019 12 meses R$ 201.687,00

Apoio para atividades de pesquisa, formação e extensão do GEMAA. Com este apoio, o grupo de estudos busca ampliar seu impacto ao consolidar novas frentes de pesquisas — como o acompanhamento da produção legislativa sobre equidade racial, levantamento das políticas de ação afirmativa nas universidades públicas brasileiras e nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e investigação sobre as desigualdades raciais no ensino superior — bem como dinamizar a comunicação pública dos resultados produzidos.

O GEMAA – Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa é um núcleo de pesquisa com sede no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IESP-UERJ). Criado em 2008, desenvolve investigações sobre a representação de raça e gênero na política e em diversas instituições e mídias.

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Apoio para a temporada inaugural do LAUTCast, podcast que aborda a discriminação em contextos autoritários. O intuito é apresentar e trazer discussões sobre políticas públicas concebidas para enfrentar discriminações, bem como colocar em debate as perspectivas para a erradicação dos preconceitos arraigados em nossa sociedade. Os episódios partem de situações da realidade brasileira para abordar de forma transversal os diversos fatores de raça, gênero, classe social, entre outros, que se acumulam em situações discriminatórias causadas por diferentes manifestações do autoritarismo.

Criado em 2019, o Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT) observa e monitora as manifestações do autoritarismo no Brasil por meio da produção e disseminação de conhecimento sobre a qualidade do estado de direito e da democracia. Seus eventos, pesquisas e publicações em meios nacionais e internacionais buscam fundamentar a mobilização da sociedade civil e a defesa das liberdades.

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Equidade racial

LAUT – CENTRO DE ANÁLISE DA LIBERDADE E DO AUTORITARISMO

Autoritarismo e discriminação no Brasil

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Apoio para a temporada inaugural do LAUTCast, podcast que aborda a discriminação em contextos autoritários. O intuito é apresentar e trazer discussões sobre políticas públicas concebidas para enfrentar discriminações, bem como colocar em debate as perspectivas para a erradicação dos preconceitos arraigados em nossa sociedade. Os episódios partem de situações da realidade brasileira para abordar de forma transversal os diversos fatores de raça, gênero, classe social, entre outros, que se acumulam em situações discriminatórias causadas por diferentes manifestações do autoritarismo.

Criado em 2019, o Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT) observa e monitora as manifestações do autoritarismo no Brasil por meio da produção e disseminação de conhecimento sobre a qualidade do estado de direito e da democracia. Seus eventos, pesquisas e publicações em meios nacionais e internacionais buscam fundamentar a mobilização da sociedade civil e a defesa das liberdades.

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Apoio para fortalecimento de cursos pré-vestibulares comunitários atuantes nas periferias da região metropolitana do Rio de Janeiro. Conduzida pela Casa Fluminense, a iniciativa oferece apoio financeiro direto para os cursos, além de compartilhamento de melhores práticas de gestão e engajamento de voluntários, com foco em melhorar as condições de permanência e aprovação dos alunos. Também prevê registro fotográfico do projeto para montagem de uma exposição, bem como a publicação de uma cartilha com seus principais resultados e aprendizados.

Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio de Janeiro mais integrado, a Casa Fluminense funciona como pólo de uma rede de pessoas e organizações dedicado a fomentar ações compartilhadas voltadas à promoção de igualdade, ao aprofundamento democrático e ao desenvolvimento sustentável na região metropolitana do estado.

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Equidade racial

CASA FLUMINENSE

Juventude popular na universidade

2019 12 meses R$ 120.000,00

Apoio para fortalecimento de cursos pré-vestibulares comunitários atuantes nas periferias da região metropolitana do Rio de Janeiro. Conduzida pela Casa Fluminense, a iniciativa oferece apoio financeiro direto para os cursos, além de compartilhamento de melhores práticas de gestão e engajamento de voluntários, com foco em melhorar as condições de permanência e aprovação dos alunos. Também prevê registro fotográfico do projeto para montagem de uma exposição, bem como a publicação de uma cartilha com seus principais resultados e aprendizados.

Formada em 2013 por ativistas, pesquisadores e cidadãos identificados com a visão de um Rio de Janeiro mais integrado, a Casa Fluminense funciona como pólo de uma rede de pessoas e organizações dedicado a fomentar ações compartilhadas voltadas à promoção de igualdade, ao aprofundamento democrático e ao desenvolvimento sustentável na região metropolitana do estado.

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Apoio voltado a projeto que tem como objetivo facilitar o ingresso de candidatos não-brancos nos concursos do sistema de justiça. O projeto inclui concessão de bolsas de estudo em cursos preparatórios para as carreiras jurídicas no Rio Grande do Sul, atividades culturais e de formação, bem como fomento ao debate sobre ações afirmativas e igualdade racial na sociedade brasileira. 

O IAJ – Instituto de Acesso à Justiça foi fundado em 2002 com o objetivo de se dedicar à efetivação dos direitos humanos da população social e economicamente vulnerável, em articulação com outros setores e áreas profissionais.

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Equidade racial

IAJ – INSTITUTO DE ACESSO À JUSTIÇA

Mary de Aguiar Silva: Por mais cores na justiça

2019 12 meses R$ 185.000,00

Apoio voltado a projeto que tem como objetivo facilitar o ingresso de candidatos não-brancos nos concursos do sistema de justiça. O projeto inclui concessão de bolsas de estudo em cursos preparatórios para as carreiras jurídicas no Rio Grande do Sul, atividades culturais e de formação, bem como fomento ao debate sobre ações afirmativas e igualdade racial na sociedade brasileira. 

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Apoio ao fortalecimento do Irohín como centro de documentação, comunicação e memória afro-brasileira. Além da organização e disponibilização do acervo o projeto inclui um conjunto de atividades comunitárias tais como oficinas temáticas, oficinas de leitura e produção de textos, círculos de memória, edição da revista anual, ampliação de relações com as redes pública e comunitária de bibliotecas no estado da Bahia, realização de exposições nas redes de ensino, entre outras. 

O Ìrohìn surgiu como resultado de preocupações e discussões que se estabeleceram no pós-Marcha Zumbi dos Palmares em 1995 e teve como início de suas atividades a edição do jornal de mesmo nome, que circulou entre 1996 e 2009. Sua missão é contribuir para a valorização da memória afro-brasileira, disponibilizando acervo bibliográfico e arquivístico sobre a história e cultura dos descendentes de africanos no Brasil.

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Equidade racial

ÌROHÌN – CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MEMÓRIA AFRO-BRASILEIRA

Leitura, identidade e memória

2019 12 meses R$ 150.000,00

Apoio ao fortalecimento do Irohín como centro de documentação, comunicação e memória afro-brasileira. Além da organização e disponibilização do acervo o projeto inclui um conjunto de atividades comunitárias tais como oficinas temáticas, oficinas de leitura e produção de textos, círculos de memória, edição da revista anual, ampliação de relações com as redes pública e comunitária de bibliotecas no estado da Bahia, realização de exposições nas redes de ensino, entre outras. 

O Ìrohìn surgiu como resultado de preocupações e discussões que se estabeleceram no pós-Marcha Zumbi dos Palmares em 1995 e teve como início de suas atividades a edição do jornal de mesmo nome, que circulou entre 1996 e 2009. Sua missão é contribuir para a valorização da memória afro-brasileira, disponibilizando acervo bibliográfico e arquivístico sobre a história e cultura dos descendentes de africanos no Brasil.

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O Instituto SOMA Cidadania Criativa tem a missão de promover impacto social e contribuir com práticas cidadãs a partir da criatividade. Atua nacional e internacionalmente em parceria com empresas, governos e terceiro setor no desenvolvimento de ações e projetos que transformem positivamente a vida das pessoas e que contribuam para uma sociedade mais próspera, equânime e sustentável.

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Equidade racial

INSTITUTO SOMA CIDADANIA CRIATIVA

Enciclopédia negra: biografia de afro-brasileiros da colonização à redemocratização

2019 14 meses R$ 350.000,00

Apoio para a criação, publicação e disseminação da “Enciclopédia negra: biografia de afro-brasileiros da colonização à redemocratização”, composta por verbetes biográficos sobre personalidades negras brasileiras que se destacaram ao longo de quase quatrocentos anos, desde o final do século XVI até 2018. A iniciativa tem como objetivo contribuir para que os brasileiros incluam nas suas narrativas sujeitos históricos negros, em geral silenciados ou esquecidos pelos manuais e livros didáticos. Coordenada em parceria com a Companhia das Letras, a iniciativa é composta por: (i) enciclopédia impressa a ser ilustrada por um coletivo de artistas negros; (ii) exposição com com as imagens na Pinacoteca de São Paulo; (iii) enciclopédia viva virtual produzida em parceria com pesquisadores e intelectuais negros; e (iv) adaptação dos verbetes das enciclopédias impressa e virtual para linguagem audiovisual.

O Instituto SOMA Cidadania Criativa tem a missão de promover impacto social e contribuir com práticas cidadãs a partir da criatividade. Atua nacional e internacionalmente em parceria com empresas, governos e terceiro setor no desenvolvimento de ações e projetos que transformem positivamente a vida das pessoas e que contribuam para uma sociedade mais próspera, equânime e sustentável.

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O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Equidade racial

CEBRAP – Centro Brasileiro de Análise e Planejamento

Criação e institucionalização do AFRO - Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial

2019 12 meses R$ 270.000,00

Apoio para a criação e institucionalização do AFRO – Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial, inaugurando suas atividades de pesquisa, formação e difusão. As ações estão estruturadas em três grandes áreas — Discriminação e desigualdades, Políticas e direitos e Cultura e identidade — que têm como eixos estruturantes as interfaces entre raça, gênero, sexualidade e território. O apoio inclui estruturação administrativa, ampliação da visibilidade à produção intelectual do Núcleo nos âmbitos nacional e internacional, sua atuação como centro de referência e memória, formação de novos pesquisadores, divulgação científica e influência ao debate público.

O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

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O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
Desde 2000, o fundo apoiou mais de 460 grupos e organizações de mulheres em todas as regiões do Brasil. Através de editais, o ELAS investe em mulheres, gerando novas oportunidades, desenvolvendo habilidades para seu fortalecimento e incentivando a concretização de seus planos.

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Equidade racial

Fundo Elas

Encontro Nacional de Mulheres Negras - 30 Anos

2018 3 meses R$ 30.000,00

Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

Mulheres em movimento

2019 12 meses R$ 250.000,00

Apoio para a ampliação do programa Mulheres em movimento, que fortalece institucionalmente grupos, organizações e redes de mulheres de todo o Brasil, com foco na mobilização para a defesa de direitos, formação política, ação feminista coletiva e criação de alianças internacionais, intergeracionais e intermovimentos. O programa promove também os Diálogos mulheres em movimento — encontros internacionais de lideranças femininas para debater o contexto da luta por direitos das mulheres e traçar estratégias conjuntas para a agenda de movimentos, criar oportunidades de intercâmbios e compartilhar práticas e experiências. Por meio deste apoio, o programa inclui mais dois grupos e/ou organizações de mulheres negras entre as contempladas pelo edital.

O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
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Apoio para o fortalecimento institucional do CEERT sobretudo em relação à atuação estratégica internacional, articulação de iniciativas de combate à violação de direitos humanos da juventude negra brasileira, litigância estratégica e educação. Entre essas ações está a mobilização de recursos e desenvolvimento de um plano de comunicação para o projeto Prosseguir, voltado a fortalecer e monitorar a permanência de jovens negras e negros na universidade e sua entrada qualificada no mercado de trabalho. O apoio também possibilitará a realização de um evento internacional, com foco nos desafios enfrentados pela juventude negra no campo da educação, mercado de trabalho e justiça racial.

Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Equidade racial

CEERT – Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades

Fortalecimento institucional para atuação estratégica nacional e internacional em equidade racial

2019 12 meses R$ 300.000,00

Apoio para o fortalecimento institucional do CEERT sobretudo em relação à atuação estratégica internacional, articulação de iniciativas de combate à violação de direitos humanos da juventude negra brasileira, litigância estratégica e educação. Entre essas ações está a mobilização de recursos e desenvolvimento de um plano de comunicação para o projeto Prosseguir, voltado a fortalecer e monitorar a permanência de jovens negras e negros na universidade e sua entrada qualificada no mercado de trabalho. O apoio também possibilitará a realização de um evento internacional, com foco nos desafios enfrentados pela juventude negra no campo da educação, mercado de trabalho e justiça racial.

Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Criola tem como missão instrumentalizar mulheres, adolescentes e meninas negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia, para a melhoria das condições de vida da população negra e das mulheres negras em especial, em uma perspectiva integrada e transversal.

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Equidade racial

CRIOLA

Criola 27 anos: Ampliando capacidades para a defesa dos direitos humanos de mulheres e jovens negras

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A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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Equidade racial

Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas

Incubadora de pesquisa para ação sobre justiça racial, direitos humanos e política de drogas

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O projeto busca fomentar novos saberes que coloquem a questão racial no centro de análises sobre direitos humanos e políticas de drogas. Para isso, o apoio prevê a construção de uma rede de pesquisadores(as) negros(as) e aliados(as) a partir de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco. Por meio desta rede serão realizadas pesquisas aprofundadas em parcerias com centros de estudo com foco interdisciplinar, conectando raça e direitos humanos à economia, aos estudos urbanos e áreas correlatas, bem como intervenções de conhecimento e pesquisas para subsídio de ações de advocacy.

A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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O objetivo do Programa Marielle Franco é garantir a presença de mais mulheres negras em espaços de poder e ampliar seu papel na luta antirracista. Em 5 anos, o programa pretende capacitar política e tecnicamente 120 novas líderes e fortalecer 20 organizações, grupos e coletivos por meio de bolsas, formação política, coaching e criação de redes.

O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.

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Equidade racial

Baobá - Fundo para Equidade Racial

Programa Marielle Franco de aceleração do desenvolvimento de lideranças femininas negras

2018 5 anos R$ 3.675.300,00

O objetivo do Programa Marielle Franco é garantir a presença de mais mulheres negras em espaços de poder e ampliar seu papel na luta antirracista. Em 5 anos, o programa pretende capacitar política e tecnicamente 120 novas líderes e fortalecer 20 organizações, grupos e coletivos por meio de bolsas, formação política, coaching e criação de redes.

O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.