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O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Equidade racial

Centro Brasileiro de Análise e Planejamento - CEBRAP

Criação e institucionalização do AFRO - Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial

2019 12 meses R$ 270.000,00

Apoio para a criação e institucionalização do AFRO – Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial, inaugurando suas atividades de pesquisa, formação e difusão. As ações estão estruturadas em três grandes áreas — Discriminação e desigualdades, Políticas e direitos e Cultura e identidade — que têm como eixos estruturantes as interfaces entre raça, gênero, sexualidade e território. O apoio inclui estruturação administrativa, ampliação da visibilidade à produção intelectual do Núcleo nos âmbitos nacional e internacional, sua atuação como centro de referência e memória, formação de novos pesquisadores, divulgação científica e influência ao debate público.

O CEBRAP foi criado em 1969, por um grupo de professores de diferentes áreas afastados das universidades pela ditadura militar, para ser um espaço de produção de conhecimento crítico e independente no Brasil. Ativo há 50 anos, o CEBRAP se destaca no cenário nacional com pesquisas, publicações e seminários marcados pela multidisciplinaridade e pelo impacto no debate público.

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Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

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O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
Desde 2000, o fundo apoiou mais de 460 grupos e organizações de mulheres em todas as regiões do Brasil. Através de editais, o ELAS investe em mulheres, gerando novas oportunidades, desenvolvendo habilidades para seu fortalecimento e incentivando a concretização de seus planos.

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Equidade racial

Fundo Elas

Encontro Nacional de Mulheres Negras - 30 Anos

2018 3 meses R$ 30.000,00

Apoio, por intermédio do Fundo Elas, para a realização do encontro de celebração e avaliação dos 30 anos do I Encontro Nacional de Mulheres Negras, marco na constituição de uma pauta feminista negra no Brasil, ocorrido em 1988. O evento (de 6 a 9 de dezembro de 2018) reúne cerca de mil ativistas em Goiânia (GO) para discussões em torno do tema “Mulheres negras movem o Brasil”, incluindo debates sobre saúde, religiosidade afro-brasileira, encarceramento em massa, afroempreendedorismo, violência contra a mulher negra, importância de construção de novas lideranças, desafios e perspectivas do movimento de mulheres. Entre as convidadas estão a ativista norte-americana Angela Davis.

Mulheres em movimento

2019 12 meses R$ 250.000,00

Apoio para a ampliação do programa Mulheres em movimento, que fortalece institucionalmente grupos, organizações e redes de mulheres de todo o Brasil, com foco na mobilização para a defesa de direitos, formação política, ação feminista coletiva e criação de alianças internacionais, intergeracionais e intermovimentos. O programa promove também os Diálogos mulheres em movimento — encontros internacionais de lideranças femininas para debater o contexto da luta por direitos das mulheres e traçar estratégias conjuntas para a agenda de movimentos, criar oportunidades de intercâmbios e compartilhar práticas e experiências. Por meio deste apoio, o programa inclui mais dois grupos e/ou organizações de mulheres negras entre as contempladas pelo edital.

O Fundo ELAS tem a missão de promover e fortalecer o protagonismo, a liderança e os direitos das mulheres, mobilizando e investindo recursos em suas iniciativas.
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Apoio para o fortalecimento institucional do CEERT sobretudo em relação à atuação estratégica internacional, articulação de iniciativas de combate à violação de direitos humanos da juventude negra brasileira, litigância estratégica e educação. Entre essas ações está a mobilização de recursos e desenvolvimento de um plano de comunicação para o projeto Prosseguir, voltado a fortalecer e monitorar a permanência de jovens negras e negros na universidade e sua entrada qualificada no mercado de trabalho. O apoio também possibilitará a realização de um evento internacional, com foco nos desafios enfrentados pela juventude negra no campo da educação, mercado de trabalho e justiça racial.

Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Equidade racial

CEERT – Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades

Fortalecimento institucional para atuação estratégica nacional e internacional em equidade racial

2019 12 meses R$ 300.000,00

Apoio para o fortalecimento institucional do CEERT sobretudo em relação à atuação estratégica internacional, articulação de iniciativas de combate à violação de direitos humanos da juventude negra brasileira, litigância estratégica e educação. Entre essas ações está a mobilização de recursos e desenvolvimento de um plano de comunicação para o projeto Prosseguir, voltado a fortalecer e monitorar a permanência de jovens negras e negros na universidade e sua entrada qualificada no mercado de trabalho. O apoio também possibilitará a realização de um evento internacional, com foco nos desafios enfrentados pela juventude negra no campo da educação, mercado de trabalho e justiça racial.

Criado em 1990, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) é uma organização não-governamental que produz conhecimento, desenvolve e executa projetos voltados para a promoção da igualdade de raça e de gênero.

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Apoio para consolidação de novo posicionamento institucional da organização face aos atuais desafios da luta em prol dos direitos das mulheres negras. O projeto inclui a realização e implementação de plano de gestão, de mecanismos de instâncias de governança e participação institucional, bem como a produção de processos e estruturas de comunicação. A doação também dará suporte a ações para fortalecimento, ampliação e defesa dos direitos humanos da população negra, em particular de jovens e mulheres, aliadas a esforços de advocacy junto a organismos nacionais e internacionais.

Criola tem como missão instrumentalizar mulheres, adolescentes e meninas negras para o enfrentamento do racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia, para a melhoria das condições de vida da população negra e das mulheres negras em especial, em uma perspectiva integrada e transversal.

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Equidade racial

CRIOLA

Criola 27 anos: Ampliando capacidades para a defesa dos direitos humanos de mulheres e jovens negras

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Apoio para consolidação de novo posicionamento institucional da organização face aos atuais desafios da luta em prol dos direitos das mulheres negras. O projeto inclui a realização e implementação de plano de gestão, de mecanismos de instâncias de governança e participação institucional, bem como a produção de processos e estruturas de comunicação. A doação também dará suporte a ações para fortalecimento, ampliação e defesa dos direitos humanos da população negra, em particular de jovens e mulheres, aliadas a esforços de advocacy junto a organismos nacionais e internacionais.

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O projeto busca fomentar novos saberes que coloquem a questão racial no centro de análises sobre direitos humanos e políticas de drogas. Para isso, o apoio prevê a construção de uma rede de pesquisadores(as) negros(as) e aliados(as) a partir de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco. Por meio desta rede serão realizadas pesquisas aprofundadas em parcerias com centros de estudo com foco interdisciplinar, conectando raça e direitos humanos à economia, aos estudos urbanos e áreas correlatas, bem como intervenções de conhecimento e pesquisas para subsídio de ações de advocacy.

A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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Equidade racial

Iniciativa Negra por uma Nova Política sobre Drogas

Incubadora de pesquisa para ação sobre justiça racial, direitos humanos e política de drogas

2019 12 meses R$ 184.100,00

O projeto busca fomentar novos saberes que coloquem a questão racial no centro de análises sobre direitos humanos e políticas de drogas. Para isso, o apoio prevê a construção de uma rede de pesquisadores(as) negros(as) e aliados(as) a partir de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Pernambuco. Por meio desta rede serão realizadas pesquisas aprofundadas em parcerias com centros de estudo com foco interdisciplinar, conectando raça e direitos humanos à economia, aos estudos urbanos e áreas correlatas, bem como intervenções de conhecimento e pesquisas para subsídio de ações de advocacy.

A Iniciativa Negra Por Uma Nova Política Sobre Drogas (INNPD) é uma organização da sociedade civil que atua na construção de uma agenda de justiça racial e econômica. Para tanto, a Iniciativa Negra promove ações de advocacy em direitos humanos e reformas na política sobre drogas. Com foco nas agendas nacionais e regionais de segurança pública, sistema de justiça e saúde mental, o trabalho da Iniciativa visa fortalecer a democracia brasileira.

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Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial no Brasil. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política sobre os efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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Equidade racial

Alma Preta

Alma Preta Jornalismo

2019 7 meses R$ 50.000,00

Apoio ao grupo de comunicação Alma Preta para desenvolvimento de cobertura antirracista na esfera nacional. O objetivo da agência é cobrir as principais pautas do cenário público brasileiro a partir de uma perspectiva racializada. As atividades previstas no apoio estão voltadas ao fortalecimento da infraestrutura interna da organização, bem como à estruturação do plano de assinaturas e do modelo de sustentabilidade.

O Alma Preta é uma agência de jornalismo especializado na temática racial no Brasil. O portal de notícias produz conteúdos como reportagens, coberturas, colunas, análises, produções audiovisuais e ilustrações com o objetivo de apoiar e promover reflexão social e política sobre os efeitos do racismo no Brasil e no mundo.

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A Tabôa, fundação comunitária fundada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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Apoio voltado a contribuir para a alimentação saudável e a proteção da sociobiodiversidade no campo por meio do fortalecimento da Rede de Agroecologia Povos da Mata (BA) e da estruturação de circuitos de comercialização com a Rede Ecovida. O projeto busca prestar assistência técnica rural especializada em agroecologia (BA), apoiar a estruturação de agroindústrias (BA) e de circuitos de comercialização das Redes Povos da Mata e Ecovida (RS, PR e SC). Para isso, estão previstas a criação de uma estação de comercialização em São Paulo e a operação de linhas de crédito para produção, beneficiamento e comercialização.

A Tabôa, fundação comunitária criada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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Sistemas alimentares

Tabôa Fortalecimento Comunitário

Fortalecimento da agroecologia - Circuitos de comercialização

2018 6 meses R$ 360.677,00

Projeto voltado a integrar e potencializar redes agroecológicas de produção de alimentos por meio do desenvolvimento de novos modelos de crédito e comercialização para fortalecer a produção e o beneficiamento das safras. O projeto trabalha com a Rede Ecovida, que conta com 5 mil famílias nos estados do RS, PR e SC e com a Rede Povos da Mata, maior rede agroecológica do Nordeste, criada no Sul da Bahia, com 700 famílias associadas.

A Tabôa, fundação comunitária fundada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

Fortalecimento da agroecologia - Circuitos de comercialização

2019 12 meses R$ 314.136,13

Apoio voltado a contribuir para a alimentação saudável e a proteção da sociobiodiversidade no campo por meio do fortalecimento da Rede de Agroecologia Povos da Mata (BA) e da estruturação de circuitos de comercialização com a Rede Ecovida. O projeto busca prestar assistência técnica rural especializada em agroecologia (BA), apoiar a estruturação de agroindústrias (BA) e de circuitos de comercialização das Redes Povos da Mata e Ecovida (RS, PR e SC). Para isso, estão previstas a criação de uma estação de comercialização em São Paulo e a operação de linhas de crédito para produção, beneficiamento e comercialização.

A Tabôa, fundação comunitária criada em 2006, atua no Sul da Bahia, onde orienta pessoas, negócios e organizações para o fortalecimento e sustentabilidade de comunidades locais.

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O Instituto Betty e Jacob Lafer é uma organização fundada em 2011 que atua prioritariamente para o aprimoramento e inovação de gestão e políticas públicas e na redução das desigualdades no sistema de justiça no Brasil.

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Outros

Instituto Betty e Jacob Lafer

Mobilização de recursos de profissionais de alta renda para causas estratégicas

2019 1 ano R$ 60.000,00

Apoio a projeto de mobilização de recursos com profissionais de alta renda com os objetivos de ampliar a prática filantrópica e aumentar o volume de recursos para causas estratégicas (como justiça, segurança pública, participação política, transparência, etc.). A partir do engajamento e chamamento por fundações voltadas aos direitos humanos, o projeto busca também envolver esses possíveis doadores nessas causas e ampliar a aceitação e legitimidade social dos temas apoiados.

O Instituto Betty e Jacob Lafer é uma organização fundada em 2011 que atua prioritariamente para o aprimoramento e inovação de gestão e políticas públicas e na redução das desigualdades no sistema de justiça no Brasil.

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A UNEAFRO é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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Equidade racial

UNEAFRO Brasil – União de Núcleos de Educação Popular para Negras/os e Classe Trabalhadora

Quilombo no Congresso: política institucional para a justiça racial

2019 6 meses R$ 120.000,00

Apoio a iniciativa “Quilombo no Congresso: política institucional para a justiça racial” — constituição  de aliança entre a sociedade civil e parlamentares para o monitoramento e a proposição de leis e políticas públicas de combate ao racismo e promoção da equidade racial —  voltada a estruturar, articular e mobilizar os movimentos negros no Congresso Nacional, influenciando a proposição de políticas públicas e pautas antirracistas.

A UNEAFRO é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em março de 2009. Sua missão é promover o combate ao racismo e a todas as formas de discriminação, a defesa dos Direitos Humanos, a ética, a cultura da paz, a cidadania, a formação para mercado de trabalho e a inserção no ensino superior.

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A Associação para a Propriedade Comunitária (FICA), surgiu em 2015 a partir do impulso de problematizar a instituição da propriedade privada e as distorções que esse direito pode provocar na sociedade. Com um objetivo  prático e experimental, propõe soluções alternativas para promover cidades mais plurais e diversas.  

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Sistemas alimentares

FICA - Associação para a Propriedade Comunitária

Acesso à terra para a agricultura justa

2019 6 meses R$ 50.000,00

Apoio à realização do  encontro “Acesso à terra para a agricultura justa”, resultado de processo preparatório de produção de conhecimento que inclui mapeamento de iniciativas de agricultura urbana, periurbana e rural e modelagem de instrumentos jurídicos para resguardar a terra e garantir a continuidade das atividades agrícolas a médio-longo prazo. Partindo do princípio de separar radicalmente a propriedade da terra e seu uso social e construir um conjunto de instrumentos em que os usos desejáveis sejam perpetuados jurídica e administrativamente, o encontro tem como objetivo compartilhar os instrumentos e aprendizados, incentivar discussões e troca de experiências com os participantes.

A Associação para a Propriedade Comunitária (FICA), surgiu em 2015 a partir do impulso de problematizar a instituição da propriedade privada e as distorções que esse direito pode provocar na sociedade. Com um objetivo  prático e experimental, propõe soluções alternativas para promover cidades mais plurais e diversas.  

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Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

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A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

 

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Equidade racial

FLUP – Festa Literária das Periferias

7ª edição da FLUP

2018 8 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da sétima edição da FLUP (entre 6 e 11 de novembro de 2018), guiada pelo conceito de Atlântico Negro, do historiador britânico Paul Gilroy. A feira reúne cerca de 100 autores que participam de mesas, batalhas poéticas e atividades infantis e juvenis e acontece na Biblioteca Parque e arredores — região conhecida como “Pequena África”, berço do samba, do candomblé e da capoeira, e onde fica o Cais do Valongo, sítio arqueológico que já abrigou o maior porto escravagista da história. O encontro é precedido por processos de formação com a publicação de livros produzidos pelos participantes das oficinas de escrita criativa organizada ao longo do ano

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

8ª edição da FLUP

2019 9 meses R$ 200.000,00

Apoio para a realização da oitava edição da FLUP (entre 16 a 20 de outubro de 2019) que faz homenagem ao poeta pernambucano Solano Trindade e tem como um de seus principais focos o fazer poético, em particular aquela que remonta à rica tradição oral brasileira. O encontro, que conta com palestras, debates, batalhas poéticas, e shows musicais, tem como ponto de partida o lançamento dos livros produzidos nos processos formativos de 2018 – “90 anos de malandragem” e “Conta forte, conta alto”. A construção da FLUP se estende ao longo de 9 meses com processos formativos como Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual voltado a roteiristas, e a formação de Narrativas Curtas. Também são lançados um livro de contos e crônicas a partir das letras de Marcelo Yuka entre outros títulos resultantes de ações formativas realizadas em 2018.

A FLUP – Festa Literária das Periferias é um evento literário de forte caráter educacional, formativo e celebrativo da cultura das periferias. Suas edições são realizadas no Rio de Janeiro, em locais de relevante representação histórica e simbólica para a população negra e das comunidades cariocas. Também faz parte da programação a FLUP Parque, com atividades destinadas às escolas públicas de ensino fundamental localizadas no entorno do festival. Desde 2012 a FLUP já reuniu e ajudou a divulgar mais de 500 autores e autoras que tratam de temas relacionados às favelas e periferias do Brasil e do mundo.

 

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Apoio à FASE-Bahia para projeto de assessoria à organização da produção de agricultores familiares, com adoção de práticas agroecológicas e a garantia da segurança alimentar e nutricional dessas famílias nos municípios de Laje, Mutuípe e Presidente Tancredo Neves.

Fundada em 1961, a FASE atua em seis estados brasileiros por meio do trabalho de organização e desenvolvimento local, comunitário e associativo, desenvolvendo ferramentas e metodologias educativas voltadas ao controle popular e à participação da cidadania no âmbito das questões urbanas e rurais. O desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, a luta pela ação afirmativa de movimentos sociais de mulheres, afrodescendentes e indígenas e a ação pela exigibilidade em direitos econômicos, sociais e culturais, marcam a sua atuação contra as desigualdades.

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Apoio ao processo preparatório da “Conferência Popular por Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional: por comida de verdade e sistemas alimentares sustentáveis”. O apoio é destinado à realização de uma oficina com representantes de organizações e movimentos ligados ao Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN). A oficina tem como objetivo a formação de uma comissão organizadora e de uma rede de mobilizadores responsável pelo processo preparatório e planejamento estratégico de um amplo processo de mobilização nacional e de fortalecimento dos coletivos e fóruns estaduais e locais que se identificam com o campo e a agenda da SAN, que culminará com um grande evento nacional. A conferência popular deverá ser autônoma em relação aos governos, e capaz de ampliar o debate crítico sobre a sustentabilidade dos sistemas alimentares, o desmonte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e as violações do direito humano à alimentação no atual contexto do país.

O FBSSAN é uma rede formada por organizações, movimentos sociais, instituições de pesquisa, e pessoas que se mobilizam com os objetivos de qualificar o debate e incidir na agenda pública da soberania e segurança alimentar e nutricional, pela garantia do direito humano à alimentação adequada.

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Sistemas alimentares

FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional

Alimentação saudável no campo e na cidade

2019 12 meses R$ 300.000,00

Apoio à FASE-Bahia para projeto de assessoria à organização da produção de agricultores familiares, com adoção de práticas agroecológicas e a garantia da segurança alimentar e nutricional dessas famílias nos municípios de Laje, Mutuípe e Presidente Tancredo Neves.

Fundada em 1961, a FASE atua em seis estados brasileiros por meio do trabalho de organização e desenvolvimento local, comunitário e associativo, desenvolvendo ferramentas e metodologias educativas voltadas ao controle popular e à participação da cidadania no âmbito das questões urbanas e rurais. O desenvolvimento social e ambientalmente sustentável, a luta pela ação afirmativa de movimentos sociais de mulheres, afrodescendentes e indígenas e a ação pela exigibilidade em direitos econômicos, sociais e culturais, marcam a sua atuação contra as desigualdades.

Movimento por uma Conferência popular de soberania e segurança alimentar e nutricional

2019 6 meses R$ 30.000,00

Apoio ao processo preparatório da “Conferência Popular por Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional: por comida de verdade e sistemas alimentares sustentáveis”. O apoio é destinado à realização de uma oficina com representantes de organizações e movimentos ligados ao Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN). A oficina tem como objetivo a formação de uma comissão organizadora e de uma rede de mobilizadores responsável pelo processo preparatório e planejamento estratégico de um amplo processo de mobilização nacional e de fortalecimento dos coletivos e fóruns estaduais e locais que se identificam com o campo e a agenda da SAN, que culminará com um grande evento nacional. A conferência popular deverá ser autônoma em relação aos governos, e capaz de ampliar o debate crítico sobre a sustentabilidade dos sistemas alimentares, o desmonte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e as violações do direito humano à alimentação no atual contexto do país.

O FBSSAN é uma rede formada por organizações, movimentos sociais, instituições de pesquisa, e pessoas que se mobilizam com os objetivos de qualificar o debate e incidir na agenda pública da soberania e segurança alimentar e nutricional, pela garantia do direito humano à alimentação adequada.

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Realização de levantamento jornalístico sobre desigualdade alimentar no Brasil a partir de dois eixos: renda e ambiente alimentar. Em ambos os casos, o objetivo é indicar os impactos dos produtos ultraprocessados na saúde e as dificuldades para que os alimentos frescos e livres de produtos químicos cheguem à mesa dos brasileiros. Os textos e vídeos produzidos pela plataforma têm linguagem voltada ao público jovem.

O Joio e o Trigo é um site sobre as implicações políticas, sociais, econômicas e ambientais da alimentação industrializada.

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Sistemas alimentares

O Joio e o Trigo

Desigualdade alimentar

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Realização de levantamento jornalístico sobre desigualdade alimentar no Brasil a partir de dois eixos: renda e ambiente alimentar. Em ambos os casos, o objetivo é indicar os impactos dos produtos ultraprocessados na saúde e as dificuldades para que os alimentos frescos e livres de produtos químicos cheguem à mesa dos brasileiros. Os textos e vídeos produzidos pela plataforma têm linguagem voltada ao público jovem.

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Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.

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Sistemas alimentares

ACT - Associação de Controle do Tabagismo, Promoção da Saúde e dos Direitos Humanos

Fortalecimento da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável

2019 12 meses R$ 349.997,00

Apoio voltado ao fortalecimento institucional da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, movimento formado por 150 membros e 40 organizações da sociedade civil, profissionais, associações e movimentos sociais que, por meio de ações coletivas, trabalham para o avanço de políticas públicas de segurança alimentar, nutricional e pela soberania alimentar no Brasil como forma de garantir o direito humano à alimentação adequada. O projeto busca fortalecer as ações de advocacy, políticas públicas e comunicação, ampliar a capilaridade da Aliança em outros estados e municípios e fortalecer organizações que atuem com agroecologia e agricultura familiar.

Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.

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O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

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Outros

PROJOR - Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo

Observatório da imprensa

2017 12 meses R$ 250.000

Apoio institucional para Observatório da Imprensa, espaço de acompanhamento do trabalho jornalístico no Brasil. As atividades previstas no apoio estão voltadas à melhoria da gestão, ampliação de alcance do site, organização de eventos, pesquisas para o Atlas da Notícia e lançamento do livro “Observatório da Imprensa – Uma antologia da crítica de mídia no Brasil de 1996 a 2018”, organizado por Pedro Varoni e Lucy Oliveira.

O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

Renovação tecnológica do Observatório da Imprensa

2019 12 meses R$ 185.000,00

O apoio Institucional ao Observatório da Imprensa – espaço reconhecido de reflexão e acompanhamento sobre jornalismo e mídia no Brasil – consiste em uma série de ações: atualizar o sistema de publicação do website, contratar equipe dedicada para a manutenção do conteúdo e das mídias sociais, produzir a websérie Cartas na Mesa e garantir assessoria administrativa ao Projor.

O PROJOR – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo foi criado pelo jornalista Alberto Dines em 1996, com o apoio da Unicamp. É o responsável pelo Observatório da Imprensa, um dos principais espaços de crítica da mídia brasileira.

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Apoio a realização do evento Terra Madre Brasil 2020, que acontecerá 10 anos após sua 2ª edição. O encontro promove a Ecogastronomia, conecta pontas da cadeia alimentar e divulga boas práticas de produção, beneficiamento e consumo de alimentos bons, limpos e justos. Também tem como objetivo fortalecer o movimento Slow Food no Brasil, tanto do ponto de vista institucional como de rede.

A Associação Slow Food do Brasil nasceu em 2013. Sua principal missão é se contrapor ao sistema agrícola convencional, aos alimentos ultra processados pela indústria e à banalização do ato de comer.

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Sistemas alimentares

Associação Slow Food do Brasil

Terra Madre Brasil

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Apoio a realização do evento Terra Madre Brasil 2020, que acontecerá 10 anos após sua 2ª edição. O encontro promove a Ecogastronomia, conecta pontas da cadeia alimentar e divulga boas práticas de produção, beneficiamento e consumo de alimentos bons, limpos e justos. Também tem como objetivo fortalecer o movimento Slow Food no Brasil, tanto do ponto de vista institucional como de rede.

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O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

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Geledés – Instituto da Mulher Negra

Consolidação dos programas institucionais e comemoração dos 30 anos

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Apoio institucional para as atividades estruturais da organização, que incluem a manutenção do Portal Geledés e o programa de formação de Promotoras Legais Populares (PLPs). O projeto inclui também apoio às atividades de comemoração dos 30 anos do Geledés, envolvendo ações de resgate da trajetória da instituição e eventos de celebração do legado de lutas e conquistas dos movimentos das mulheres e dos negros nas últimas três décadas.

O Geledés – Instituto da Mulher Negra atua pelo fortalecimento dos direitos de mulheres e negros por meio de ações de sensibilização da sociedade quanto à necessidade de compromisso efetivo para a superação do racismo e sexismo.

Fortalecimento dos direitos de mulheres e negros

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Apoio institucional para a manutenção e produção de conteúdo do Portal Geledés e a formação de Promotoras Legais Populares (PLPs), que atuam no enfrentamento à violência de gênero e orientam mulheres no acesso aos direitos sociais. O Geledés também trabalha com a estruturação e disponibilização de seu acervo institucional, que deve ser organizado para virar um centro de referência sobre equidade racial e de gênero. A doação dá suporte, ainda, à iniciativa “Quilombo no Congresso”, voltada a monitorar, publicizar e influenciar práticas legislativas e políticas públicas de âmbito federal para a equidade racial.

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Criado em 2017 por Alex Atala e Felipe Ribenboim, do Instituto ATÁ, o Fru.to é uma plataforma de conexão, engajamento, mobilização e discussão sobre a alimentação saudável e sua relação com o homem e o meio ambiente. Como resultado dos seminários entre 2018 e 2019, a organização também apoia iniciativas voltadas à produção de alimentos de qualidade, consumo consciente e sustentabilidade e o Selo Fru.To passou a certificar a produção de alimento limpo, justo e de qualidade.

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Sistemas alimentares

Fru.to

Fru.to - Diálogos do alimento

2018 6 meses R$ 50.000,00

Apoio ao evento Fru.to – Diálogos do Alimento, que tem como objetivo agregar e articular a cadeia do alimento nacional e criar um espaço de fomento à políticas públicas voltadas à alimentação a partir da mensagem de que as pessoas são o maior elo entre a natureza e a cozinha.

Criado em 2017 por Alex Atala e Felipe Ribenboim, do Instituto ATÁ, o Fru.to é uma plataforma de conexão, engajamento, mobilização e discussão sobre a alimentação saudável e sua relação com o homem e o meio ambiente. Como resultado dos seminários entre 2018 e 2019, a organização também apoia iniciativas voltadas à produção de alimentos de qualidade, consumo consciente e sustentabilidade e o Selo Fru.To passou a certificar a produção de alimento limpo, justo e de qualidade.

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O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.

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Equidade racial

Baobá - Fundo para Equidade Racial

Programa Marielle Franco de aceleração do desenvolvimento de lideranças femininas negras

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O objetivo do Programa Marielle Franco é garantir a presença de mais mulheres negras em espaços de poder e ampliar seu papel na luta antirracista. Em 5 anos, o programa pretende capacitar política e tecnicamente 120 novas líderes e fortalecer 20 organizações, grupos e coletivos por meio de bolsas, formação política, coaching e criação de redes.

O Baobá – Fundo para Equidade Racial é uma organização sem fins lucrativos que tem como objetivo mobilizar pessoas e recursos no Brasil e no exterior para apoiar iniciativas de organizações da sociedade civil afro-brasileiras para o enfrentamento ao racismo e promoção da equidade racial para a população negra. Fundado em 2011 a partir de um apoio da Fundação Kellogg.

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Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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Outros

IMAZON - Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia

Fortalecimento de gestão e formação de lideranças

2017 12 meses R$ 300.000,00

Aprimorar práticas administrativas do Imazon e fortalecer seu processo de formação de lideranças, com ênfase no apoio à capacitação de equipes e à promoção de eventos internos para validação de uma estratégia de formação de líderes e para discussão de aspectos do atual planejamento estratégico institucional.

Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

IPS Amazônia 2018

2018 12 meses R$ 300.000,00

O Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia criou o IPS Amazônia – Índice de Progresso Social da Amazônia para medir a qualidade de vida na região a partir de dados que consideram primordialmente as condições sociais e ambientais da população. O objetivo é corrigir distorções de indicadores que sofrem influência dos resultados econômicos, como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Em 2018, o Instituto mediu o IPS pela segunda vez. Para isso, a organização reestruturou sua plataforma digital e suas práticas de gestão.

Fundado em 1990 em Belém (PA), o Imazon é um dos mais importantes institutos de pesquisa e monitoramento ambiental e social sobre a Amazônia. É também uma das mais importantes fontes da imprensa para dados e informações sobre a região.

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O projeto é voltado à profissionalização das áreas de gestão e comunicação do Nupens/USP. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira. O apoio tem como objetivos difundir os dados de suas pesquisas no Brasil e no exterior por meio da imprensa e das mídias sociais, bem como obter maior incidência política quanto aos impactos de alimentos ultraprocessados na saúde.

Centro de referência na pesquisa sobre saúde alimentar, o Nupens, ligado à Faculdade de Saúde Pública da USP, reúne levantamentos sobre dietas, alimentos ultraprocessados, obesidade e condições alimentares. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira.

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Sistemas alimentares

Nupens/USP - Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP

Divulgação de produção científica

2018 12 meses R$ 360.000,00

O projeto é voltado à profissionalização das áreas de gestão e comunicação do Nupens/USP. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira. O apoio tem como objetivos difundir os dados de suas pesquisas no Brasil e no exterior por meio da imprensa e das mídias sociais, bem como obter maior incidência política quanto aos impactos de alimentos ultraprocessados na saúde.

Centro de referência na pesquisa sobre saúde alimentar, o Nupens, ligado à Faculdade de Saúde Pública da USP, reúne levantamentos sobre dietas, alimentos ultraprocessados, obesidade e condições alimentares. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira.

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Campanha de mobilização da sociedade e dos agentes políticos pela tramitação da Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos. A organização utiliza aplicativos, anúncios direcionados, produção audiovisual e ações de mobilização. Um exemplo é a plataforma “Chega de Agrotóxicos”, que busca pressionar o legislativo federal contra a agenda desreguladora que propõe a liberação de agrotóxicos e a extinção de espaços de controle social, como o Conselho de Segurança Alimentar (Consea).

O Greenpeace é uma instituição histórica na luta global pelo meio ambiente. O trabalho com alimentação saudável se insere no tema do Bom Uso da Terra, parte do projeto prioritário da organização a partir de 2019.

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Sistemas alimentares

Greenpeace Brasil

Agricultura e alimentação

2018 24 meses R$ 499.200,00

Campanha de mobilização da sociedade e dos agentes políticos pela tramitação da Política Nacional de Redução dos Agrotóxicos. A organização utiliza aplicativos, anúncios direcionados, produção audiovisual e ações de mobilização. Um exemplo é a plataforma “Chega de Agrotóxicos”, que busca pressionar o legislativo federal contra a agenda desreguladora que propõe a liberação de agrotóxicos e a extinção de espaços de controle social, como o Conselho de Segurança Alimentar (Consea).

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

A Pública é a primeira agência de jornalismo investigativo sem fins lucrativos do Brasil. Suas reportagens são pautadas pelo interesse público e republicadas por mais de 700 veículos.

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Sistemas alimentares

Agência Pública

Por trás do alimento

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

Desde 2001, a Repórter Brasil produz pesquisas e materiais jornalísticos para identificar e tornar públicas situações que ferem direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil.

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Sistemas alimentares

Repórter Brasil

Por trás do alimento

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Uma ação conjunta inédita que reúne duas organizações de jornalismo investigativo brasileiro (Agência Pública e Repórter Brasil) para a produção de uma cobertura dedicada ao tema dos agrotóxicos. Fazem parte dela um documentário, reportagens investigativas e conteúdo noticioso. O material deve ser republicado por outros veículos e divulgado nas mídias sociais.

Desde 2001, a Repórter Brasil produz pesquisas e materiais jornalísticos para identificar e tornar públicas situações que ferem direitos trabalhistas e causam danos socioambientais no Brasil.

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Apoio institucional com foco no aprimoramento do LUME, método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas que inclui o desenvolvimento de ferramentas de comunicação que aproximem produtores agroecológicos e a demanda social por alimentos saudáveis. O apoio também está voltado ao aprimoramento das estratégias de comunicação da organização e atualização de seus mecanismos de gestão.

A AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa é uma associação de direito civil sem fins lucrativos que, desde 1983, atua para o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção do desenvolvimento rural sustentável no Brasil.

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Sistemas alimentares

AS-PTA – Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa

Alimentos saudáveis em mercados locais

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Apoio institucional com foco no aprimoramento do LUME, método de análise econômico-ecológica de agroecossistemas que inclui o desenvolvimento de ferramentas de comunicação que aproximem produtores agroecológicos e a demanda social por alimentos saudáveis. O apoio também está voltado ao aprimoramento das estratégias de comunicação da organização e atualização de seus mecanismos de gestão.

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Apoio para ações de advocacy por um marco regulatório para o uso de agrotóxicos no Brasil. A proposta parte dos dados e conclusões da pesquisa “Você não quer mais respirar veneno”, lançada em 2018. O projeto busca empreender parcerias com outras instituições, conscientizar agentes políticos e sociais, monitorar, publicizar e influenciar medidas legislativas e políticas públicas voltadas ao tema.

A Human Rights Watch é uma organização global de direitos humanos presente em 48 países. Em 2018, criou uma divisão voltada ao meio ambiente no Brasil.

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Sistemas alimentares

Human Rights Watch

Marco regulatório para uso de agrotóxicos

2018 6 meses R$ 61.700,00

Apoio para ações de advocacy por um marco regulatório para o uso de agrotóxicos no Brasil. A proposta parte dos dados e conclusões da pesquisa “Você não quer mais respirar veneno”, lançada em 2018. O projeto busca empreender parcerias com outras instituições, conscientizar agentes políticos e sociais, monitorar, publicizar e influenciar medidas legislativas e políticas públicas voltadas ao tema.

A Human Rights Watch é uma organização global de direitos humanos presente em 48 países. Em 2018, criou uma divisão voltada ao meio ambiente no Brasil.

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Primeira edição fora da Europa do evento, AgUrb é uma conferência que reúne especialistas, acadêmicos, gestores e organizações envolvidos com temas agroalimentares e interessados em discutir novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos para o século XXI. Organizada pela UFRGS em Porto Alegre em setembro de 2018, a III AgUrb é realizada por diversas instituições parceiras, produz publicações, possui uma associação mantenedora e busca uma agenda comum a favor de alimentos agroecológicos no território nacional.

A AgUrb teve início em 2012 com o objetivo de debater os impactos da crise ambiental na a agricultura e no sistema alimentar. A primeira edição desta conferência ocorreu na Universidade de Wageningen, na Holanda, e a segunda na Universidade Roma em 2015, na Itália.

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Sistemas alimentares

UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul

AgUrb - III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada

2018 6 meses R$ 60.000

Primeira edição fora da Europa do evento, AgUrb é uma conferência que reúne especialistas, acadêmicos, gestores e organizações envolvidos com temas agroalimentares e interessados em discutir novas estratégias de produção, distribuição e consumo de alimentos para o século XXI. Organizada pela UFRGS em Porto Alegre em setembro de 2018, a III AgUrb é realizada por diversas instituições parceiras, produz publicações, possui uma associação mantenedora e busca uma agenda comum a favor de alimentos agroecológicos no território nacional.

A AgUrb teve início em 2012 com o objetivo de debater os impactos da crise ambiental na a agricultura e no sistema alimentar. A primeira edição desta conferência ocorreu na Universidade de Wageningen, na Holanda, e a segunda na Universidade Roma em 2015, na Itália.

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Com este apoio, as aulas de dança do projeto foram estendidas para crianças e jovens das comunidades de São Carlos, Coroa, Fallet, Catumbi, Santo Cristo, Gamboa, Bairro de Fátima, Centro e Lapa. A ampliação era uma demanda da associação, que trabalha com crianças, adolescentes e jovens de 4 a 21 anos que vivem em situação de risco no Rio de Janeiro.

Desde 1995, a Dançando para Não Dançar utiliza o balé clássico como instrumento de inserção social e familiar, proporcionando acesso profissional e melhor aproveitamento no ensino regular de crianças e jovens moradores de comunidades do Rio de Janeiro.

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Outros

Dançando Para Não Dançar

Plano anual da Escola das comunidades

2017 12 meses R$ 150.000,00

Com este apoio, as aulas de dança do projeto foram estendidas para crianças e jovens das comunidades de São Carlos, Coroa, Fallet, Catumbi, Santo Cristo, Gamboa, Bairro de Fátima, Centro e Lapa. A ampliação era uma demanda da associação, que trabalha com crianças, adolescentes e jovens de 4 a 21 anos que vivem em situação de risco no Rio de Janeiro.

Desde 1995, a Dançando para Não Dançar utiliza o balé clássico como instrumento de inserção social e familiar, proporcionando acesso profissional e melhor aproveitamento no ensino regular de crianças e jovens moradores de comunidades do Rio de Janeiro.