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Os registros dos dois dias do seminário Memória, reconhecimento e reparação, realizado nos dias 12 e 13 de setembro, estão disponíveis no canal do Instituto Ibirapitanga no YouTube.

Organizado pelo Instituto Ibirapitanga, com cocuradoria da historiadora Luciana Brito e cofinancianciamento por Imaginable Futures, o seminário Memória, reconhecimento e reparação foi realizado no Muhcab – Museu de História e Cultura Afro Brasileira e buscou oferecer caminhos e contornos para este debate, tomando como base a experiência dos movimentos negros que deve inspirar e pautar a construção de políticas públicas reparatórias do Estado brasileiro.

Acesse o canal do Instituto Ibirapitanga, no link na bio.
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Organizado pelo Consea Nacional, em parceria com a CAISAN — Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, a 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional acontece num momento crucial da sociedade brasileira, no qual a necessidade do fortalecimento da democracia e da participação social é fundamental para o restabelecimento e garantia das políticas progressistas no campo da alimentação.

O tema central da edição é “Erradicar a fome e garantir direitos com Comida de Verdade, Democracia e Equidade”. Este ano, a conferência tem como meta a mobilização de atores, redes e organizações da sociedade civil para debater diferentes práticas, avaliar e propor políticas públicas e programas para a construção do 3° Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Após os anos de desmonte de políticas públicas que culminou também na extinção do Consea, a 6ª CNSAN aponta para uma nova e decisiva etapa de concretização da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional que assegura o Direito Humano à Alimentação Adequada no país. Determinantes comuns dos grandes desafios contemporâneos, como o racismo estrutural, pobreza, colapso climático, fome e todas as formas de má nutrição exigem, para a sua superação, a articulação de políticas, programas e ações.

Acompanhe as ações da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional na página da @fbssanemacao no Instagram.
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A COP28 — Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas está acontecendo em Dubai, nos Emirados Árabes e tem como objetivo promover discussões e acordos em torno da emergência climática.

Pela primeira vez, a questão alimentar ganhou centralidade nos diálogos deste ano. Embora a importância deste foco seja reconhecida e celebrada por organizações e iniciativas que articulam ações em torno de sistemas alimentares justos, saudáveis e sustentáveis, é necessário ressaltar que o foco na produção de alimentos não seja uma distração da necessidade de eliminação progressiva dos combustíveis fósseis.

Diferentes organizações brasileiras chamam atenção que, para além de fazer uma discussão apropriada sobre alimentação, estabelecer também uma discussão sobre combustíveis é urgente e também tem interface com a questão alimentar.

Desigualdades sociais, devastação ambiental, crise climática, má alimentação e fome são fenômenos socioecológicos associados à forma como os alimentos são produzidos, distribuídos e consumidos.

Neste sentido, a abordagem agroecológica tem sido apontada como, não somente um conjunto de conhecimentos avançados em termos técnicos e ecológicos, mas um movimento amplamente reconhecido e orientado para a justiça social que tem avançado significativamente na definição dos caminhos concretos para uma transformação dos sistemas alimentares.

O Ibirapitanga está presente na COP 28 com o objetivo de reconhecer e compreender a dinâmica de organização, negociações e participação da sociedade civil brasileira, considerando, especialmente construções a serem realizadas até a COP30; de ampliar repertório sobre agenda climática, observando intersecções com Sistemas alimentares e temas mais relevantes; além de acompanhar agendas de donatários, prioritariamente de Sistemas alimentares, e de parceiros internacionais.

Organizações da sociedade civil brasileira se mobilizaram para a participação e condução de debates que ampliam o alcance das ações articuladas em defesa da promoção de sistemas alimentares justos, saudáveis e sustentáveis, a partir da perspectiva do sul global.
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A coordenadora de portfólio de Sistemas alimentares, @manujusto está na COP28, em Dubai. ...

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Durante o período de discussão da Reforma Tributária, entre janeiro e outubro de 2023, dados da plataforma Agenda Transparente, desenvolvida pela agência Fiquem Sabendo, revelaram que autoridades do alto escalão do Executivo federal receberam lobistas da indústria de alimentos, bebidas e supermercados quase cinco vezes mais do que representantes de organizações da sociedade civil, que promovem sistemas alimentares justos e sustentáveis.

O relatório apontam que dos 1.810 registros, 22% (390) ocorreram em junho, mês que antecedeu a aprovação da PEC 45/2019 na Câmara dos Deputados, e 18% (326) em março. Metade das reuniões de órgãos do governo federal com lobistas em março envolveram agentes da ABIA — Associação Brasileira da Indústria de Alimentos ou da ABIAM — Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Ingredientes e Aditivos para Alimentos.

Os dados fazem parte do primeiro relatório do projeto Lobby na Comida, lançado na última quinta-feira (30/11), em debate com especialistas no tema, representando a imprensa e o terceiro setor. O estudo de caso problematiza a relação entre representantes de grandes corporações do setor de alimentação e o poder público, com destaque para o embate entre interesses empresariais e saúde coletiva na elaboração de políticas de segurança alimentar e nutricional quando evidências científicas revelam doenças provocadas pelo consumo de ultraprocessados. O projeto Lobby na Comida tem apoio dos institutos Ibirapitanga e Serrapilheira.

Leia o estudo completo no link dos stories.
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Referência nacional na luta pelos direitos dos povos tradicionais e quilombolas, o filósofo e intelectual é dono de uma coesa obra de construção epistemológica, consolidada por meio de suas vivências e experiências concebidas nas comunidades quilombolas e dos movimentos sociais pela terra.

Quilombola, lavrador, formado por mestres e mestras da vida, Nego Bispo foi autor de vários artigos, poemas e dos livros “Colonização, Quilombos: modos e significados” e “A Terra dá, a terra quer”. Sua visão de mundo afiada e seu olhar provocador sobre os modos de viver e de se relacionar com a terra deram origem ao que ele conceituou de “povos contracolonizadores”, que anunciam, por meio da confluência, um novo amanhã, depois do fim deste mundo.

Recentemente, tivemos a honra de ouvi-lo no Seminário Memória, reconhecimento e reparação, organizado pelo Instituto Ibirapitanga. Mestre Bispo participou da Mesa “Raízes da memória negra: ancestralidade e resistência no silêncio e na voz”, afirmando mais uma vez que a memória é o sentido absoluto da vida, e que sem ela podemos estar enterrados mesmo estando vivos.

Para nós, a vida de Bispo não se encerra em sua partida deste plano, se inaugura novamente em seu imenso legado que deixou. Lembraremos sempre do grande Mestre Bispo, levando adiante o seu legado através dos seus ensinamentos.

“O que eu compreendi a partir de tudo isso?… Que a vida é começo meio e começo ou seja… geração vó começo, geração mãe meio e geração neta começo de novo… assim como a semente é o começo, a árvore é o meio e a semente o começo novamente”.
Nego Bispo.
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Ao discutir a memória enquanto meio de reparação, destacamos a sua importância na criação, avanço e sustentação de políticas públicas e iniciativas que visam reduzir desigualdades antigas e persistentes. A produção da memória sobre a história do Brasil, sob perspectiva das lembranças e experiência da população negra e de seus movimentos sociais, é tarefa urgente, mas também sensível e delicada, que deve ser promovida e defendida por todas as pessoas comprometidas com a democracia.

No mês da Consciência negra o chamado por memória, reconhecimento e reparação reverbera na newsletter do Ibirapitanga, reunindo conteúdos que compartilham o conhecimento sobre o tema por ações de organizações donatárias, ações especiais e parcerias do Ibirapitanga.

Ilustração por @irmaoscredo
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O diálogo “O engajamento da filantropia na política por meio de advocacy” faz parte da programação do Filantropando, um movimento criado pelo Instituto Beja, para pensar e discutir o futuro da filantropia no Brasil e como a sociedade pode contribuir para as ações que promovem justiça social e ambiental.

O encontro será realizado no dia 10 de novembro, a partir das 9h00 e vai contar com a presença de mais de 20 filantropos e diversos Executivos responsáveis por projetos sociais. O tema deste ano é “Oxigenando boas ações”, com foco em potencializar o impacto social, temos o objetivo de incentivar o diálogo sobre a filantropia e promover uma sociedade com mais equidade, inclusiva e solidária.

O diálogo terá a participação de Iara Rolnik, diretora de programas do Ibirapitanga; Américo Sampaio do Instituto Clima e Sociedade; Flávia Pellegrino do Pacto pela Democracia e Marcio Black, como facilitador.
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⚠️ Alerta: a reforma tributária está avançando no Congresso Nacional, e a saúde e o meio ambiente estão em risco! A PEC 45 deve ser votada nos próximos dias no Senado - e setores econômicos ligados aos produtos nocivos estão fazendo de tudo para conseguir isenções, alíquotas de imposto mais baixas, tratamentos fiscais favoráveis e outras mamatas, a despeito do impacto negativo de seus produtos, que adoecem famílias e chegam a matar. Precisamos reagir!

📣 Compartilhe esta mensagem nas suas redes sociais e marque os senadores e senadoras que representam o seu estado!

➡ Senadores e senadoras, o texto atual da PEC 45 está cheio de brechas para que os produtos nocivos fujam da devida tributação. O Imposto Seletivo, por exemplo, será criado para incidir sobre produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, como forma de reduzir seu consumo e restituir aos cofres públicos os gastos gerados por eles. Só que o lobby dessas indústrias está fazendo de tudo para desvirtuar e restringir o alcance desse imposto. É por isso que pedimos a retirada do parágrafo 9º do artigo 9º da PEC 45, que impede que o Imposto Seletivo recaia, por exemplo, sobre produtos ultraprocessados - como refrigerantes e salsichas - e agrotóxicos.

Precisamos de uma Cesta Básica Nacional que favoreça o consumo de alimentos saudáveis - ou seja, sem ultraprocessados. Dar benefícios para ultraprocessados é incentivar seu consumo, e o Brasil não pode incentivar o consumo de produtos que adoecem e matam!

Alíquotas reduzidas e benefícios fiscais apenas para produtos que fazem bem à saúde e ao planeta, como arroz, feijão, frutas, verduras e legumes, produtos da sociobiodiversidade e da agricultura familiar, bioinsumos agrícolas, produtos de higiene pessoal e medicamentos, e produtos de cuidados básicos à saúde menstrual.

🌐 Esta é uma mensagem compartilhada entre todas as entidades que apoiam uma reforma tributária 3S: saudável, solidária e sustentável, juntem-se a nós.

🚨 Se faz mal à saúde e ao planeta - tem que pagar mais imposto!

#ReformaTributaria3S #Saúde #MeioAmbiente #JustiçaSocial #Economia
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Nesta terça-feira começa a segunda edição do Festival Nexo + Nexo Políticas Públicas: o Brasil em debate. O evento, inteiramente remoto e gratuito, promove encontros para discutir os temas mais importantes da agenda pública do país.

A mesa “Políticas alimentares no Brasil – quais os caminhos” terá a participação de Ricardo Abramovay, professor titular da Cátedra Josué de Castro da Faculdade de Saúde Pública da USP; Sandra Chaves, professora da UFBA e coordenadora da Rede PENSSAN e mediação de Andre Degenszajn, diretor-presidente do Instituto Ibirapitanga.

Inscrições: festival.nexopoliticaspublicas.com.br
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Refletindo sobre os chamados a essas abordagens, esta edição da newsletter do Ibirapitanga faz um convite ao pensamento de futuro com os pés no chão. Evidencia aprendizados com os modos de fazer ancestrais na cultura alimentar afro-brasileira que informam outro jeito de pensar e viver a alimentação; apresenta o olhar para experiências que mostram que a transição está em curso; e chama atenção para os estudos e levantamentos que apontam para a necessidade de monitoramento e regulação do ambiente alimentar no Brasil.

Ilustração por @aalinebispo
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No contexto da iniciativa “10 minutes for 10 years: conversations about the future of food” (10 minutos por 10 anos: conversas sobre o futuro da alimentação), da Global Alliance for the Future of Food, Manu Justo, coordenadora de portfólio do programa Sistemas alimentares do Instituto Ibirapitanga, entrevistou a nutricionista, pesquisadora e professora Rute Costa, sobre a centralidade da questão racial no campo alimentar no Brasil.

Rute Costa é nutricionista e Mestre em Alimentação, Nutrição e Saúde pela UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É Doutora em Educação em Ciências e Saúde pela UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. É professora do Instituto de Alimentação e Nutrição da UFRJ Macaé e do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Saúde da UFRJ. Além disso, ela é líder do Grupo de Pesquisa CulinAfro e do Programa de Extensão AJEUM. É também integrante do Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena, Clarissa Gomes da Silva.

Leia a entrevista na íntegra (link na bio).
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Os registros do primeiro dia do seminário Memória, reconhecimento e reparação, realizado nos dias 12 e 13 de setembro, estão disponíveis no canal do Instituto Ibirapitanga no YouTube.

Organizado pelo Instituto Ibirapitanga, com cocuradoria da historiadora Luciana Brito e cofinancianciamento por Imaginable Futures, o seminário Memória, reconhecimento e reparação foi realizado no Muhcab – Museu de História e Cultura Afro Brasileira e buscou oferecer caminhos e contornos para este debate, tomando como base a experiência dos movimentos negros que deve inspirar e pautar a construção de políticas públicas reparatórias do Estado brasileiro.

Os registros do primeiro dia incluem:

Mesa 1: Raízes da memória negra: ancestralidade e resistência no silêncio e na voz
Conceição Evaristo, Nego Bispo e Tássia Mendonça

Mesa 2: Nada os trará de volta: políticas de reparação e seus limites
Edson Cardoso, Salloma Salomão e Ynaê Lopes

Mesa 3 - O que deve a branquitude: memória como dispositivo
Lia Schucman, Alex de Jesus e Fernando Baldraia

Mesa 4: Memórias de Luta: reparação já!
Valdecir Nascimento, Vilma Reis, Fernanda Thomaz e Selma Dealdina

Acesse o canal do Instituto Ibirapitanga, no link na bio.
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No Dia Mundial da Alimentação — e para além dele — uma reflexão fundamental deve ser feita: “quem são os humanos sujeitos do direito à alimentação adequada e saudável?”

Neste vídeo, Rute Costa, nutricionista e doutora em Educação em Ciências e Saúde pela UFRJ e professora do curso de Nutrição da UFRJ Macaé, responde a essa pergunta, centralizando como o racismo é uma causa raiz da desigualdade no sistema alimentar brasileiro.
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No dia 6 de outubro, Lia Vainer Schucman (@liavainer) e Cida Bento (@cida.bento.7140) estiveram na livraria Megafauna (@livrariamegafauna), em São Paulo, para o lançamento do livro “Branquitude: diálogos sobre racismo e antirracismo”.

O bate-papo entre Lia, coorganizadora do livro, e Cida Bento, uma das autoras do livro, foi mediado pelo professor Mário Medeiros (@marioamsilva).


Lia Vainer Schucman é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina e doutora em psicologia social pela Universidade de São Paulo, com estágio e doutoramento pela Universidade da Califórnia. É autora do livro “Entre o encardido, o branco e o branquíssimo” (Veneta, 2020) e “Famílias inter-raciais” (Fósforo, 2023).

Cida Bento é conselheira do CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) e doutora em psicologia pela Universidade de São Paulo. Participou da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Federal de Psicologia e do Grupo Assessor da ONU Mulheres. É autora, dentre outros livros, de “O pacto da branquitude” (Companhia das Letras, 2022), “Núbia rumo ao Egito” (FTD, 2009), “Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil” (Vozes, 2002) e “Ação afirmativa e diversidade no trabalho: desafios e possibilidades” (Casa do Psicólogo, 2000).

Mário Medeiros é professor livre docente do departamento de sociologia da Unicamp. Autor dos livros de sociologia “Os escritores da guerrilha urbana: literatura de testemunho, ambivalência e transição política (1977-1984)” (AnnaBlume, 2008) e “A descoberta do Insólito: literatura negra e literatura marginal no Brasil (1960-2020)” (Edições Sesc, 2023, 2a. ed), além dos livros de contos “Gosto de amora” (Malê, 2009, finalista do prêmio Jabuti) e “Numa esquina do mundo” (Kapulana, 2020, semi finalista do prêmio Oceanos).


📚“Branquitude: diálogos sobre racismo e antirracismo”, organizado pelo Instituto Ibirapitanga (@iibirapitanga) e por Lia Vainer Schucman, está à venda nas livrarias e no site da editora Fósforo (link na bio).


Capa: Acauã Novais (@acauanovais).
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A segunda edição do evento "Diálogos Antirracistas: educação, democracia e equidade”, organizado pelo CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades, *acontece* entre os dias 03 e 05 de outubro.

Com base nos pilares da educação antirracista, equidade no trabalho, justiça racial, juventudes negras e realidade dos sobreviventes do cárcere, o evento vai abordar o papel da população negra na construção de uma sociedade mais justa e equânime.

O encontro vai contar com diferentes atores do campo da sociedade civil e terá também a participação da diretora de programas, Iara Rolnik, na mesa “Juventudes Negras em movimento: democracia e economia sustentável”, no dia 05 de outubro.

Confira a programação completa no perfil do @ceert no Instagram.
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Nenhuma mulher negra ocupou a bancada do STF — Supremo Tribunal Federal nos 132 anos de sua existência. Esse fato mostra como o racismo construiu as bases de um projeto nacional marcado pela exclusão, subalternização e violência sobre a população negra. Sua continuidade é assegurada pela distorção na representatividade formal e simbólica de negras e negros em diversas esferas de poder.

A nomeação de mulheres negras como ministras do STF é fundamental para avançarmos na transformação do sistema de justiça brasileiro, não só pela importância de vermos a maioria negra e feminina brasileira representada nessa instância de poder, mas também pelas necessárias mudanças estruturais na forma como a justiça é aplicada, bem como pela salvaguarda da nossa Constituição.

O Ibirapitanga apoia organizações e movimentos da sociedade civil, como Coalizão Negra por Direitos e Mulheres Negras Decidem, IDPN – Instituto de Defesa da População Negra e Nossas, que estão liderando a incidência política para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indique uma ministra negra à próxima vaga do STF. Essas organizações estão conduzindo campanhas e atos públicos que evidenciam e questionam a composição pouco representativa da sociedade brasileira no STF, instância que decide questões que têm repercussão sobre a vida de toda a população, hoje composta por 56% de pessoas negras.

No centro dessas reivindicações, além da legitimidade democrática e representatividade política e simbólica da população negra, está a necessidade de se redefinir os critérios das nomeações, que estabelecem a permanência das mesmas redes de pessoas brancas no poder. Acesse o site no link na bio e assine a carta que reivindica ao presidente Lula a indicação para o STF de uma mulher negra, alinhada com a justiça racial e políticas públicas para a população negra.

#pretaministra #ministranegra #ministranegraja #stf
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A Conferência Livre sobre conflitos de interesses na segurança alimentar é parte integrante da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e tem como tema "Conflitos de interesse em políticas de segurança alimentar e nutricional".

O encontro tem como objetivo discutir sobre as principais atividades políticas corporativas que influenciam o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e, a partir disso, propor mecanismos de prevenção, gestão e mitigação de conflitos de interesse em políticas de segurança alimentar.

A conferência acontecerá no dia 2 de outubro de 2023, das 9h às 17h. Acompanhe a programação completa no link nos stories.
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Compreendendo a escravidão como evento contínuo, o racismo como um fenômeno dinâmico que sempre renova suas ferramentas de exclusão e o presente como momento de disputas sociais que impõe novas perguntas ao passado, reconhecemos a memória como fator transformador da história e da própria identidade brasileira.

As questões em torno dos nexos entre memória e reparação podem ganhar força e contundência na mesma medida em que são formuladas e debatidas de forma consistente. Ao discutir memória enquanto meio de reparação, destacamos a sua importância na sustentação de políticas públicas e iniciativas que visam reduzir desigualdades antigas e persistentes.

Organizado pelo Instituto Ibirapitanga, com cocuradoria da historiadora Luciana Brito e cofinancianciamento por Imaginable Futures, o seminário Memória, reconhecimento e reparação buscou oferecer caminhos e contornos para este debate, tomando como base a experiência dos movimentos negros que deve inspirar e pautar a construção de políticas públicas reparatórias do Estado brasileiro.

Nesse vídeo, lembramos e compartilhamos as impressões sobre o primeiro dia de evento.

A partir de outubro, os vídeos por mesa estarão disponíveis no canal do Ibirapitanga no YouTube.
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Compreendendo a escravidão como evento contínuo, o racismo como um fenômeno dinâmico que sempre renova suas ferramentas de exclusão e o presente como momento de disputas sociais que impõe novas perguntas ao passado, reconhecemos a memória como fator transformador da história e da própria identidade brasileira.

As questões em torno dos nexos entre memória e reparação podem ganhar força e contundência na mesma medida em que são formuladas e debatidas de forma consistente. Ao discutir memória enquanto meio de reparação, destacamos a sua importância na sustentação de políticas públicas e iniciativas que visam reduzir desigualdades antigas e persistentes.

Organizado pelo Instituto Ibirapitanga, com cocuradoria da historiadora Luciana Brito e cofinancianciamento por Imaginable Futures, o seminário Memória, reconhecimento e reparação buscou oferecer caminhos e contornos para este debate, tomando como base a experiência dos movimentos negros que deve inspirar e pautar a construção de políticas públicas reparatórias do Estado brasileiro.

Nesse vídeo, lembramos e compartilhamos as impressões sobre o primeiro dia de evento.

A partir de outubro, os vídeos por mesa estarão disponíveis no canal do Ibirapitanga no YouTube.
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Breve resumo do segundo dia do seminário Memória, reconhecimento e reparação.

Os vídeos completos de cada mesa serão postados no canal do Ibirapitanga, no YouTube. Continue acompanhando nossas redes para acessarem mais conteúdos em torno do evento e outras ações-chave das organizações de Equidade racial e Sistemas alimentares.
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Um breve resumo do que foi o primeiro dia do Seminário Memória, reconhecimento e reparação, no @muhcab.rio

Hoje (13 set) será o segundo e último dia. Acompanhe nossas redes para acessar a programação completa.
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Ilustração: Mayara Ferrão @verdadetropical

VAGAS ESGOTADAS

Caso haja desistências, se tiver interesse em compor a nossa lista de espera, preencha o formulário no link da bio.

O seminário Memória, reconhecimento e reparação será realizado presencialmente nos dias 12 e 13 de setembro de 2023, das 9h às 18h30, no MUHCAB — Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira — Rua Pedro Ernesto, 80, Gamboa, Rio de Janeiro.

Organizado pelo Instituto Ibirapitanga, com cocuradoria da historiadora Luciana Brito e cofinancianciamento por Imaginable Futures, o seminário busca oferecer caminhos e contornos para este debate, tomando como base a experiência dos movimentos negros que deve inspirar e pautar a construção de políticas públicas reparatórias do Estado brasileiro.
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O “Manual de Redação: o jornalismo antirracista a partir da experiência da Alma Preta” é fruto de três anos de estudo e trabalho com pesquisadores, jornalistas e estudantes. Uma contribuição para a discussão sobre o jornalismo brasileiro, que resgata a história de quase dois séculos de imprensa negra no Brasil e permite uma reflexão sobre critérios de noticiabilidade, cuidados para a cobertura e termos adequados a serem utilizados — tudo a partir de uma perspectiva antirracista e libertadora.

"A Alma Preta assumiu um compromisso, de muitas mãos, de construir um manual de redação de uma agência de mídia negra. Foi um processo longo, de mais de três anos, de escuta de muitos profissionais, de leitura de muitos cadernos da imprensa negra do século XIX e XX", aponta Pedro Borges, editor-chefe da Alma Preta e um dos idealizadores do manual.

A produção do livro contou com o apoio em pesquisa e consultoria da historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto, que além de presidir o Arquivo Nacional é professora da UnB; e do jornalista Juarez Xavier, professor e vice-diretor da Faculdade de Artes, Arquitetura e Comunicação da UNESP.
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O artigo da Folha de S. Paulo, “`Ultraprocessados do bem`: ideia tão vazia quanto esses alimentos”, é a resposta dos pesquisadores do Nupens à coluna de Bruno Gualano, “Alimentos ultraprocessados do bem?”, que sugere que o consumo habitual de alguns ultraprocessados confere, em alguma medida, benefícios à saúde.

Em sua coluna, Bruno trata os alimentos de maneira isolada e não se dedica à análise de padrões alimentares baseados em ultraprocessados. Segundo ele, “ultraprocessados de bom valor nutricional — como os ricos em fibras e com baixo teor de sódio, açúcar, óleos hidrogenados, farinha refinada e outros aditivos "cosméticos"— poderiam compor uma dieta saudável. Por fim, ele afirma que existiriam, então, ultraprocessados aptos a compor uma alimentação saudável.

Os pesquisadores do Nupens respondem que os mecanismos que associam ultraprocessados ao desenvolvimento de doenças vão além da mera composição nutricional e reforçam o posicionamento contra a ideia do “nutricionismo”, ou seja, a restrição do pensamento sobre a alimentação a componentes menores — nutrientes ou alimentos isolados.

Link nos stories.
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Desde sua criação pela ação autônoma de mulheres negras, o 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, promove visibilidade à intersecção de raça e gênero na produção de desigualdades e violências, com um forte chamado ao seu combate e à construção de outra sociedade.

Mas se constitui também como um dos diversos portais de transformação dessa realidade no tempo, conectando mulheres negras com sua ancestralidade e seu legado, que une inventividade e luta.

Para as mulheres negras da equipe do Ibirapitanga, essa conexão também se faz inspiração para o trabalho que elas realizam no instituto.

Conheça mais sobre a inspiração da ação de mulheres negras para @diianamendes , gestora do portfólio do programa Equidade racial do Ibirapitanga.
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Desde sua criação pela ação autônoma de mulheres negras, o 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, promove visibilidade à intersecção de raça e gênero na produção de desigualdades e violências, com um forte chamado ao seu combate e à construção de outra sociedade.

Mas se constitui também como um dos diversos portais de transformação dessa realidade no tempo, conectando mulheres negras com sua ancestralidade e seu legado, que une inventividade e luta.

Para as mulheres negras da equipe do Ibirapitanga, essa conexão também se faz inspiração para o trabalho que elas realizam no instituto.
Conheça mais sobre a inspiração da ação de mulheres negras para @moavalle , gestora de conteúdo do Ibirapitanga.
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Desde sua criação pela ação autônoma de mulheres negras, o 25 de julho, Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, promove visibilidade à intersecção de raça e gênero na produção de desigualdades e violências, com um forte chamado ao seu combate e à construção de outra sociedade.

Mas se constitui também como um dos diversos portais de transformação dessa realidade no tempo, conectando mulheres negras com sua ancestralidade e seu legado, que une inventividade e luta.

Para as mulheres negras da equipe do Ibirapitanga, essa conexão também se faz inspiração para o trabalho que elas realizam no instituto.

Conheça mais sobre a inspiração da ação de mulheres negras para @tassia_sm , gestora do portfólio do programa Equidade racial do Ibirapitanga.
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Em 1992, mulheres negras da América Latina e do Caribe deram um importante passo na construção de um legado de luta que fez avançar a população negra e a sociedade.
Escolheram se encontrar para uma grande articulação em Santo Domingo, na República Dominicana, local de chegada dos colonizadores europeus.

Tornando visível a trágica história de aniquilamento e escravidão de civilizações de dois grandes continentes — a África e as Américas — essas mulheres decidiram escrever outra, com marco e data de referência própria. Marcharam no dia 25 de julho de 1992, criando um novo capítulo, ao fazerem nascer o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha. Em 2014, foi sancionada a lei no Brasil que classifica a data também como Dia Nacional de Tereza de Benguela.

O 25 de julho é um marco de fortalecimento do enfrentamento às violências de raça e gênero, espraiando o pensamento das mulheres negras, por meio de organizações históricas que ressignificam o mês, para um novo projeto de país pautado no resgate ancestral e na identidade negra, com uma visão de futuro onde o bem-viver é um direito garantido a todas as pessoas.

Ilustração por @irmaoscredo
#julhodaspretas #25dejulho #mulhernegralatinoamericanaecaribenha
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As inscrições para a seleção de cidades que farão parte da 3ª edição do LUPPA — Laboratório Urbano de Políticas Públicas Alimentares estão abertas.

O LUPPA, ferramenta criada pelo Instituto Comida do Amanhã, apoia cidades a alcançarem sistemas alimentares saudáveis resilientes às vulnerabilidades climáticas e promotores de justiça social, a partir da construção democrática de políticas integradas e coerentes, que tratem de forma sistêmica os desafios alimentares urbanos.

A iniciativa acredita que governos municipais e organizações locais são atores indispensáveis nesse ecossistema da transformação, por isso, selecionará até 10 cidades de todos os biomas brasileiros, sendo que 40% das vagas são destinadas a cidades localizadas na Amazônia Legal.

As cidades selecionadas para esta edição irão participar de um laboratório nacional de cidades engajadas com a pauta de sistemas alimentares justos e sustentáveis, com possibilidade de projeção internacional de suas boas práticas.

As inscrições estão abertas até o dia 17/07. Todas as informações sobre como se inscrever estão no site (link na bio).
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A 16ª edição do Festival Latinidades se estenderá ao longo do mês de julho, com programação em quatro cidades diferentes: Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. A primeira parada é no Distrito Federal este fim de semana, entre os dias 6 e 9 de julho.

Criado em 2008, o Festival Latinidades é considerado hoje o maior festival de mulheres negras da América Latina, envolvendo anualmente todas as regiões brasileiras, com crescente participação internacional. A iniciativa promove a equidade de raça e gênero em uma plataforma de formação e impulsionamento de trajetórias de mulheres negras nos mais diversos campos de atuação.

As ações que compõem a programação do festival são: debates, palestras, oficinas, vivências, painéis, conferências, lançamentos literários, rodada de negócios, desfiles e apresentações de dança, teatro e música.

Este ano, o Festival Latinidades vai oferecer a “jornada de produção cultural negra”, um conjunto de aulas presenciais, em Brasília, sobre as etapas que envolvem uma produção executiva.
Acesse o site do Festival Latinidades e veja a programação completa.
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Trecho da entrevista cedida por @manujusto para @ojoioeotrigo.

Entrevista completa nos stories.
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A Diretora de programas do Ibirapitanga, Iara Rolnik, participou da segunda temporada da série “Caminhos: Trilhas Coletivas pela Equidade Racial.

A série é uma iniciativa da Fundação Tide Setubal e conta com quatro episódios que reúnem depoimentos de especialistas nos campos da política, do investimento social privado e recursos humanos, além de lideranças apoiadas pela Plataforma Alas.

Durante sua participação, Iara enfatizou que as fundações precisam incorporar o enfrentamento às questões raciais na centralidade de seus trabalhos e provocou que as equipes necessitam ser mais diversas, não apenas do ponto de vista de inclusão de pessoas negras nas equipes, mas também da transformação do que significa pensar como filantropia no Brasil e atuar nesse campo.

Confira a série completa no link na bio.
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No dia 14 de junho, vereadores do Rio de Janeiro aprovaram uma lei que proíbe a venda de produtos ultraprocessados nas cantinas das escolas do município. O projeto que tramita desde 2019, agora segue para sanção ou veto do prefeito Eduardo Paes. No caso das escolas públicas, a oferta e distribuição de alimentos deverá seguir o que determina o PNAE — Programa Nacional de Alimentação Escolar.

A medida prevê que produtos como biscoitos, refrigerantes, bolos, sorvetes industrializados, balas, iogurtes e outros, não poderão mais ser disponibilizados em escolas do município. O projeto de lei foi elaborado com base no Guia alimentar para a população brasileira, que classifica os ultraprocessados como o resultado de diversas etapas e técnicas de processamento de muitos ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos, gorduras e substâncias de uso exclusivamente industrial.

O projeto de lei é resultado da mobilização de organizações e atores da sociedade civil, que compõem o núcleo do Rio de Janeiro da Aliança pela alimentação adequada e saudável em parceria com o Instituto Desiderata. As iniciativas criaram a campanha “Sim a uma infância saudável”, uma ação de apoio ao projeto que proíbe a oferta de ultraprocessados e também previne a obesidade infantil na cidade, pela promoção de uma infância mais saudável para crianças e adolescentes.

Uma vitória da sociedade civil organizada.

#PNAE #alimentacaoescolar #ultraprocessados #cantinasescolares
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Neste ano, as reuniões dos Grupos de Trabalho do G20 ocorreram na Índia também com o objetivo de avançar sobre as políticas governamentais a favor do meio ambiente.

Para pautar as discussões sobre sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, pesquisadores da Cátedra Josué de Castro, da Faculdade de Saúde Pública da USP, e do Instituto Comida do Amanhã produziram um documento com destaque para a falta de diversidade nos sistemas agroalimentares. O documento foi aceito e publicado pelo G20.

Ao abordar tanto o consumo de produtos ultraprocessados, quanto a forma predatória de produção de alimentos no modelo hegemônico dos sistemas agroalimentares, o documento publicado demonstra como ambos convergem na monotonia, na destruição da biodiversidade, nas mudanças climáticas, em doenças carenciais, entre outros fatores.

Os pesquisadores apontam a necessidade de práticas agrícolas regenerativas, a proibição de produtos agrícolas provenientes de áreas desmatadas e a redução significativa da oferta de produtos ultraprocessados como compromissos fundamentais para a promoção de sistemas agroalimentares sem a destruição de florestas, menos dependentes de insumos químicos e menos prejudiciais ao ecossistema.

“A cooperação multilateral impulsionada pelas iniciativas do G20 pode ajudar a reduzir os resultados adversos do atual sistema agroalimentar e melhorar a produção local, saudável e diversificada. Isso requer uma reorientação drástica dos subsídios para a agricultura e a pecuária em nível global, bem como políticas que incentivem a diversificação da produção e das dietas para promover a saúde humana”, aponta o documento.

Acesse a versão em português do documento no link na bio. #g20 #g20india #diversidadeagroalimentar
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O Instituto Ibirapitanga realizou em maio o primeiro ciclo de atividades de planejamento estratégico para pensar o futuro da organização. Foram dias de reflexão e de entrosamento entre a equipe, que contribuiu com suas visões e experiências.

Fundado pelo cineasta Walter Salles, o Ibirapitanga opera com recursos próprios a partir dos rendimentos de um fundo patrimonial. Desde 2017, apoia iniciativas a partir de seus dois programas: Sistemas alimentares e Equidade racial. Para isso, valoriza sua autonomia e fortalecimento e busca construir relações de confiança e dar flexibilidade e abertura à experimentação.

Conheça mais sobre o Instituto Ibirapitanga no site (link na bio).
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A crise climática também é humanitária e tem impacto direto na vida das populações negras, quilombolas e indígenas que estão em áreas de risco. A ausência do Estado diante de eventos climáticos extremos é, na verdade, mais um instrumento da política de genocídio da população negra. Isso é racismo ambiental.

Por isso, cerca de 140 organizações da sociedade civil, entre organizações do movimentos negros, ambientalistas, de pesquisa, de reforma urbana e dos direitos humanos, lançaram a carta “Emergência climática no Brasil: a necessidade de uma adaptação antirracista”. O documento com reivindicações concretas ao poder público e ao setor privado para combater o racismo ambiental e climático sustenta a iniciativa “Adaptação antirracista”, por meio de uma carta, que será entregue inicialmente ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, seguindo uma agenda estratégica de mobilização em âmbito nacional.

As organizações também destacam a necessidade de participação da iniciativa privada, especialmente na adoção de práticas responsáveis para com a sociedade e o meio ambiente. Além disso, aponta diretrizes de direitos humanos e promoção de medidas antirracistas de resiliência e sustentabilidade nas cidades, no campo e nas florestas, interconectadas com os demais direitos humanos, como o direito à saúde, à moradia e à educação.

Confira a carta na íntegra no link na bio.

#racismoambiental #racismoestrutural #mudançasclimáticas
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A ACT Promoção da Saúde, ao lado de associações médicas e outras organizações da sociedade civil, defende a criação de um imposto seletivo sobre produtos que fazem mal à saúde, como ultraprocessados, bebidas alcoólicas e tabaco.

A iniciativa defende uma reforma tributária a favor da saúde, que elimine benefícios fiscais às indústrias de produtos nocivos. Na proposta, os recursos arrecadados seriam revertidos para o SUS — Sistema Único de Saúde, os alimentos saudáveis (in natura) receberiam uma carga menor de impostos, facilitando o acesso da população, principalmente as pessoas que enfrentam situações de vulnerabilidade.

A reivindicação se baseia em estudos que relacionam doenças crônicas não transmissíveis ao consumo de bebidas açucaradas. No Brasil, mais de 2,2 milhões de adultos estão com obesidade ou sobrepeso e quase 13 mil morrem por ano devido ao consumo de refrigerantes, achocolatados, sucos de caixinha (inclusive na categoria zero açúcar).

A iniciativa criou uma petição para mobilizar a população em torno de uma reforma tributária que contribua para favorecer o consumo de alimentos saudáveis e desincentive o consumo de produtos associados a doenças.

Para tanto, é imprescindível que a reforma tributária contemple a tributação eficiente de produtos que provocam externalidades negativas, ou seja, que causam danos à saúde da população e sobrecarregam o SUS.
Além do tabaco e álcool, produtos já considerados para serem sobretaxados, é fundamental que a reforma tributária preveja expressamente em seu texto que produtos ultraprocessados sejam tributados de forma mais onerosa. Além disso, é necessária a extinção de todos os subsídios fiscais para o setor de refrigerantes no atual sistema tributário, que, em 2016, chegaram ao montante de R$ 3,8 bilhões.

Acesse a petição online no link na bio.
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Com o objetivo de identificar as desigualdades que incidem no processo de envelhecimento da população, o relatório “Envelhecimento e desigualdades raciais” conduzido pelo AFRO — Núcleo de pesquisa e formação em raça, gênero e igualdade racial do CEBRAP — Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, em parceria com o @itauvivermais, apresenta e analisa dados coletados de uma investigação sobre desigualdades no processo de envelhecimento entre pessoas negras e brancas.

O relatório será lançado hoje, às 16h. Após apresentação dos principais achados da pesquisa haverá uma mesa para debate composta por: Márcia Lima, representando o Ministério da Igualdade Racial, Alexandre Silva, secretário nacional de direitos da pessoa idosa e Lúcia Xavier fundadora de @ongcriola e ativista de direitos humanos.

Assista ao lançamento no canal do CEBRAP no YouTube.
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#Repost @tiagorogero
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No mês do 13 de maio, um trecho do episódio 8 do podcast do #projetoQuerino para lembrar que essa data é nossa. ⁣

Nós conquistamos a liberdade, nós forçamos a princesa Isabel, a classe política e as elites a finalmente abolirem a escravidão.⁣

E, no vídeo acima, um pequeno spoiler do que está por vir! Em muito breve teremos todos os episódios com tradução em LIBRAS. Avisarei tudo por aqui⁣

Ouça o projeto Querino em todas as plataformas de áudio, no YouTube e também em nosso site: projetoquerino.com.br⁣

Créditos do vídeo: Visual LIBRAS⁣
Intérprete: Gabriela Alves Inácio⁣
Edição: Lucas Grigio da Silva⁣
Consultor Surdo: Carlos Eduardo Franzini da Silva

#13demaio #trezedemaio
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